Ano1919
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1919
Chegou à Madeira uma força da Guarda Republicana.
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1919
A gripe espanhola e a gripe pneumónica atingiram a Madeira.
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1919
Os três primeiros alunos da Escola de Pilotagem concluíram o curso e obtiveram a carta de piloto.
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1919
A Madeira importou 4 511 toneladas de trigo e 690 toneladas de farinha.
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1919
Maria dos Anjos Ribeiro mandou construir a Capela do Imaculado Coração de Maria na Fajã do Penedo, na Boaventura.
Fajã do Penedo Maria Margarida dos Anjos Ribeiro Capela do Imaculado Coração de MariaBoaventura
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1919
Luís de Ornelas Nóbrega de Quintal foi eleito deputado pela Índia e nomeado chefe de uma repartição do Ministério das Colónias.
Nóbrega de Quintal (Luís de Ornelas) Luís de Ornelas Nóbrega de Quintal Índia
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1919
Durante a revolta monárquica, Jorge Perestrelo Velosa Camacho foi detido em Beja.
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1919
O livro de Carlos Olavo Correia de Azevedo sobre o cativeiro na Alemanha foi publicado em Lisboa.
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1919
A igreja reconstruída de Ponta Delgada foi sagrada.
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1919
O Asilo da Mendicidade emitiu cédulas de pequeno valor.
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1919–1921
O Dr. Pedro Góis Pita representou a Madeira como deputado no Parlamento.
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1919
António Jardim de Oliveira aposentou-se do Governo Civil.
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1919
Augusto Elmano Vieira foi um dos dirigentes da greve académica.
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1919
Eduardo Antonino Pestana concluiu o curso da Escola Normal Superior.
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3 de janeiro de 1919
O Decreto n.º 5086 criou a medalha comemorativa das campanhas do Exército Português.
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8 de janeiro de 1919
Os tipógrafos publicaram o número único de O Gráfico.
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8 de janeiro de 1919
Foi publicado o primeiro número do periódico O Germinal.
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23 de janeiro de 1919
Foi publicado o último número, o n.º 77, do segundo O Madeirense.
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26 de janeiro de 1919
Foi publicado o último número de O Nacional, o n.º 23.
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fevereiro de 1919
Saiu o último número do Boletim Eclesiástico da Madeira.
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7 de fevereiro de 1919
Jorge Perestrelo Velosa Camacho foi assassinado por um civil quando atravessava o Terreiro do Paço sob escolta.
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10 de fevereiro de 1919
Abriu no Funchal uma agência do Banco Nacional Ultramarino.
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11 de fevereiro de 1919
O deão João Joaquim Pinto morreu no Funchal.
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17 de fevereiro de 1919
O Dr. Manuel Augusto Martins foi novamente nomeado governador civil do Funchal. Tomou posse em 19 de fevereiro e deixou o cargo em maio, após ter sido eleito deputado.
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22 de fevereiro de 1919
O jornal Trabalho e União noticiou a formação do Partido Trabalhista Madeirense.
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março de 1919
O levantamento do pavimento da capela-mor da igreja de Santa Clara, no Funchal, revelou as lápides do segundo, terceiro e quinto capitães-donatários, mas não a de Zarco.
Câmara (João Gonçalves da)Camara (Simão Gonçalves da)Filhos e Genros de ZarcoLápidesSanta Clara (Igreja de)Zargo (João Gonçalves) Simão Gonçalves da CamaraJoão Gonçalves da Câmara
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2 de março de 1919
O Sindicato Agrícola Estreitense elegeu os seus órgãos dirigentes.
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2 de março de 1919
A maquete da estátua de Zarco, da autoria de Francisco Franco, foi exposta no teatro municipal do Funchal.
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6 de março de 1919
Foram aprovados os estatutos da Cooperativa Popular.
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17 de março de 1919
Foi inaugurada uma estação radiotelegráfica no Porto Santo, pondo fim ao isolamento da ilha.
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31 de março de 1919
Terminou o arrendamento por Hinton da fábrica de açúcar de José Júlio de Lemos.
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abril de 1919
A comissão cessante do Recolhimento do Bom Jesus entregou 437$15 à sua sucessora.
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2 de abril de 1919
O posto britânico de telegrafia sem fios instalado durante a guerra na Quinta Santana deixou de funcionar.
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10 de abril de 1919
A Câmara Municipal do Funchal deu à Rua das Hortas o nome de Rua do Alferes Veiga Pestana.
Guerra (Grande)Hortas (Rua das)Veiga Pestana (Alferes João Paulo da) João Paulo da Veiga Pestana Rua das HortasFunchal
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12 de abril de 1919–2 de maio de 1919
Vários decretos, incluindo o Decreto n.º 5492, de 2 de maio, puseram fim ao monopólio do açúcar e declararam livre o fabrico de açúcar a partir de 1 de janeiro de 1920.
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24 de abril de 1919
A pedido da Associação do Registo Civil, a Travessa do Surdo recebeu o nome de Augusto José Vieira.
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maio de 1919
José Mendes dos Reis foi eleito deputado pela Madeira.
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2 de maio de 1919
Um decreto que alterou o regime do açúcar extinguiu a Junta Agrícola; a sua estação do Areeiro passou para a Junta Geral e a Estação Agrária assumiu os assuntos florestais.
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2 de maio de 1919
O Decreto n.º 5492 fixou em 55 litros a quantidade de álcool permitida para beneficiar uma pipa de vinho de 500 litros.
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2 de maio de 1919
Um decreto autorizou impostos sobre a aguardente e o melado e atribuiu a respetiva receita à Junta Geral para financiar a estação da Região Agrícola (Nona).
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8 de maio de 1919
Cerca de 289 presos políticos da revolta monárquica, entre eles Salema Vaz, desembarcaram no Funchal vindos no vapor Africa e foram internados no lazareto de Gonçalo Aires.
Deportados PoliticosLazaretoSalema Vaz Salema VazJoão de Azevedo Coutinho FunchalLazareto de Gonçalo Aires
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8 de maio de 1919
A Câmara Municipal do Funchal deu à Rua do Aljube o nome de Carvalho de Araújo.
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8 de maio de 1919
A Câmara Municipal do Funchal deu à Travessa da Sacristia o nome do aspirante Carlos Elói Mota e Freitas.
Guerra (Grande)Mota Freitas (Carlos Elói) Carlos Elói Mota Freitas Travessa da Sacristia
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10 de maio de 1919
Um decreto extinguiu a maioria das escolas normais e transformou a Escola Normal do Funchal na Escola Primária Superior.
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10 de maio de 1919
O Decreto-Lei n.º 5.787 instituiu um novo regime hídrico que pôs em risco os direitos das levadas.
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10 de maio de 1919
Um decreto criou a Companhia Independente n.º 1 da Guarda Republicana no Funchal.
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11 de maio de 1919
Nas eleições parlamentares, Américo Olavo Correia de Azevedo e José Miguel Lamartine Prazeres da Costa foram eleitos deputados e Heitor Passos foi eleito senador pela Madeira.
Azevedo (Americo Olavo Correia de)Costa (José Miguel Lamartine Prazeres da)Marques (Dr. Vasco Gonçalves)Passos (Heitor Eugenio de Magalhães) Américo Olavo Correia de AzevedoJosé Miguel Lamartine Prazeres da CostaHeitor Eugénio de Magalhães Passos Funchal
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13 de maio de 1919
Sete deportados políticos detidos na Madeira foram libertados por telegrama do ministro da Guerra.
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junho de 1919
Saiu o último número conhecido do segundo jornal O Progresso.
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junho de 1919
Augusto José da Cunha morreu.
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junho de 1919
Alfredo Ernesto de Sá Cardoso tornou-se presidente do Ministério.
Sá Cardoso (Alfredo Ernesto de) Alfredo Ernesto de Sá Cardoso
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junho de 1919–agosto de 1919
Os restantes deportados políticos na Madeira foram enviados de navio para Lisboa entre junho e agosto.
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junho de 1919
O Padre Jaime de Gouveia Barreto regressou de França a Portugal.
Barreto (Padre Jaime de Gouveia) Padre Jaime de Gouveia Barreto França
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3 de junho de 1919
Foi descoberta a fuga de oito deportados políticos, entre eles o Conde de Sucena, da Madeira para Las Palmas.
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12 de junho de 1919
Um decreto transferiu o pessoal da Junta Agrícola para a 9.ª região agrícola, sob a tutela da Junta Geral.
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21 de junho de 1919
Daniel Telo Simões Soares tomou posse pela segunda vez como governador civil do Funchal.
Simões Soares (Daniel Telo) Daniel Telo Simões Soares Funchal
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28 de junho de 1919
Foi assinado o Tratado de Versalhes, que incluía artigos de proteção de denominações vinícolas como Madeira.
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10 de julho de 1919
Uma lei criou um imposto municipal sobre o tabaco desalfandegado.
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10 de agosto de 1919
Morreu o naturalista Ernesto Haeckel, que tinha visitado a Madeira.
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12 de agosto de 1919
O antigo Seminário da Encarnação, no Funchal, foi cedido à Junta Geral (por 7500 escudos ou, segundo outra fonte, por 9 contos).
Autonomia AdministrativaEscola de Utilidades e Belas Artes Seminário da IncarnaçãoSeminário da Encarnação
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21 de agosto de 1919–29 de agosto de 1919
Durante um longo período de vento leste, que trouxe ao Funchal a temperatura à sombra mais elevada até então registada (38,4°), incêndios ateados criminosamente, segundo se dizia por pastores indignados, destruíram grande parte da floresta da Madeira, incluindo pinhais no Monte e em São Roque. Só a chuva os extinguiu; os prejuízos ultrapassaram 2 000 contos.
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23 de agosto de 1919
A Capela do Imaculado Coração de Maria, na Boaventura, foi solenemente benzida pelo bispo António Manuel Pereira Ribeiro.
Imaculado Coração de Maria (Capela do) D. António Manuel Pereira Ribeiro Boaventura
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24 de agosto de 1919
O Diário da Madeira publicou duas cartas inéditas escritas por Júlio Dinis na Madeira.
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setembro de 1919
A sede da circunscrição escolar ocidental foi transferida da Ribeira Brava para o Funchal.
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10 de setembro de 1919
A explosão da caldeira de uma locomotiva do Caminho de Ferro do Monte causou quatro mortos e muitos feridos.
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13 de setembro de 1919
A Junta Geral extinguiu a Escola de Utilidades e Belas Artes e instalou os seus serviços no edifício do antigo Convento da Incarnação, que fora seminário.
Convento da IncarnaçaoEscola de Utilidades e Belas Artes Seminário da Encarnação
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outubro de 1919
A Escola Primária Superior do Funchal iniciou o seu funcionamento.
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2 de outubro de 1919
A Câmara Municipal do Funchal encomendou as duas bandeiras municipais atuais.
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15 de outubro de 1919
Saiu o primeiro número de Gente Nova.
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15 de outubro de 1919
Procurou-se obter no Parlamento a aprovação de um projeto de lei que permitisse aos vinhos da Madeira as mesmas quantidades de álcool que aos do Porto, mas o projeto não foi aprovado.
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3 de novembro de 1919
J. Cruz Baptista Santos tornou-se administrador do posto de desinfeção do Campo da Barca, substituindo Manuel Sardinha, que se reformou.
Posto de Desinfecção do Campo da Barca J. Cruz Baptista SantosManuel Bettencourt Sardinha
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dezembro de 1919
Morreu J. C. Berkeley Cotter.
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3 de dezembro de 1919
O primeiro contingente da Guarda Republicana chegou ao Funchal a bordo do Quelimane.