Escola de Utilidades e Belas Artes
Escola feminina de artes práticas e belas-artes fundada pela Junta Geral em 1913, inaugurada em 1914 no antigo edifício do Seminário e encerrada em 1919.
Era destinada á instrução de crianças do sexo feminino, e foi estabelecida em virtude de uma deliberação da Junta Geral, tomada em 12 de Fevereiro de 1913, começando a funcionar em Fevereiro do ano imediato.
Ensinava-se ali música, pintura, desenho, línguas, higiene, gimnastica, dansa, lavores, cozinha, jardinagem e horticultura, aritmética, geografia, etc.
A Escola de Utilidades funcionava no edifício do antigo Seminário á Incarnação, e foi extinta por deliberação da Junta Geral de 13 de Setembro de 1919, sendo o mesmo edifício cedido a esta corporação pela quantia de 9 contos, em Agosto de 1919. Desde Setembro do mesmo ano que estão ali instaladas as repartições da Junta Geral.
A receita e despesa da Escola de Utilidades e Belas Artes no período que vai de 1914 a 1918 constam do seguinte mapa:
Receita Despesa
| Ano | Receita | Despesa |
|---|---|---|
| 1914 | 15.498$27 | |
| 1915 | 1.060$71 | 10.999$92 |
| 1916 | 1.433$51 | 10.975$85 |
| 1917 | 1.551$37 | 12.738$96 |
| 1918 | 704$65 | 3.994$06 |
Neste artigo
Tempo
Anos mencionados · 03-
A Junta Geral deliberou criar a Escola de Utilidades e Belas Artes.
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A Escola de Utilidades e Belas Artes iniciou as aulas.
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O antigo Seminário da Encarnação, no Funchal, foi cedido à Junta Geral (por 7500 escudos ou, segundo outra fonte, por 9 contos).
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A Junta Geral extinguiu a Escola de Utilidades e Belas Artes e instalou os seus serviços no edifício do antigo Convento da Incarnação, que fora seminário.
Lugar
Lugares mencionados · 01- Seminário da Encarnação
Funchal. Antigo edifício do Seminário onde a escola funcionou e que depois passou a albergar os serviços da Junta Geral.
O Seminário da Encarnação é um edifício do Funchal destinado a seminário. O seminário menor, antes instalado no Convento de São Bernardino, foi nele integrado. O edifício acolheu mais tarde a Escola de Utilidades e Belas Artes e, depois, as repartições da Junta Geral. O Dr. Manuel Gomes Jardim defendeu a sua devolução à Igreja.