Ano1920
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1920–1921
O professor Cockerell estudou os coccídeos do arquipélago e registou mais de trinta espécies.
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1920
O censo de 1920 registou 179 000 habitantes na Madeira.
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1920
A Madeira tinha 22 fábricas de laticínios e mais de 30 postos de desnatação.
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1920
Jaime Sanches Câmara publicou a tragédia em verso Galateia; Alberto Figueira Jardim publicou Fructos.
Câmara (Jaime Sanches)Jardim (Dr. Alberto Figueira) Jaime Sanches CâmaraAlberto Figueira Jardim
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1920
O iate Gonçalves Zargo foi construído no Cabrestante.
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1920
José Nunes da Mata visitou a Madeira.
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1920
O Dr. Vasco Gonçalves Marques aderiu ao Partido Republicano da Reconstituição Nacional.
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1920
O imposto sobre a revenda de aguardente rendeu 82:434$87, distribuídos maioritariamente pelas câmaras municipais.
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1920
Apenas 50 a 60 britânicos residiam permanentemente no Funchal.
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1920
Pestana Júnior publicou O Reconhecimento da Madeira, propondo uma nova data para a descoberta da ilha.
Quincentenário do Descobrimento da Madeira Manuel Gregório Pestana Júnior
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1920
A receita municipal do Funchal incluía 101.700$00 provenientes do depósito para as obras de saneamento da cidade.
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1920
O recenseamento registou 1093 habitantes na freguesia da Madalena do Mar.
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1920
O censo de 1920 registou 6 190 habitantes na freguesia da Ponta do Sol e 24 284 na cidade do Funchal.
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1920–1921
Martin Vahl iniciou a sua segunda estada na Madeira e visitou também o Porto Santo.
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1920
Augusto Elmano Vieira concluiu a licenciatura em Direito em Lisboa.
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1920
Eduardo Antonino Pestana licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa.
Pestana (Dr. Eduardo Antonino) Eduardo Antonino Pestana Lisboa
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1920
No auge da indústria dos bordados, o Funchal tinha 60 casas exportadoras e mais de 35 000 bordadeiras trabalhavam na Madeira e no Porto Santo.
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1920
Joana de Castelo Branco morreu em Lisboa.
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22 de janeiro de 1920
Foi publicado o primeiro número de Ecos da Madeira.
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31 de janeiro de 1920
Saiu o primeiro número de O Operário.
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fevereiro de 1920
João Maria de Santiago Presado foi proclamado deputado pela Madeira sem oposição.
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fevereiro de 1920
Três descendentes por linha feminina da família Phelps visitaram o Funchal.
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1 de fevereiro de 1920
O serviço do Caminho de Ferro do Monte foi retomado após a explosão.
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1 de fevereiro de 1920
Foi publicado o último número de O Vigilante, o 61.
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25 de fevereiro de 1920–26 de fevereiro de 1920
Uma violenta tempestade, acompanhada de fortes vendavais, atingiu a Madeira, deixou mais de 500 pessoas desalojadas e derrubou a torre dos instrumentos do Areeiro.
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março de 1920
Começaram as demolições no Funchal para a abertura da Avenida António José de Almeida.
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março de 1920
Morreu na Madeira um homem de 101 anos.
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10 de março de 1920
Morreu o Conselheiro José Leite Monteiro.
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17 de março de 1920
Luís de Ornelas Pinto Coelho morreu no Funchal.
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20 de março de 1920
Saiu o décimo e último número da primeira série de Gente Nova.
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24 de março de 1920
A Lei n.º 960 liberalizou o comércio do trigo nacional e estabeleceu regras para o trigo importado e os preços do pão.
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30 de março de 1920
O Conselheiro João Baptista de Freitas Leal morreu no Funchal aos 82 anos.
Leal (Conselheiro João Baptista de Freitas) João Baptista de Freitas Leal Funchal
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8 de abril de 1920
A Cooperativa Popular abriu os seus estabelecimentos.
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9 de abril de 1920
O Decreto 6521 alterou o decreto de 1919 sobre o açúcar.
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12 de abril de 1920
Um decreto sobre a questão sacarina manteve em vigor disposições consideradas prejudiciais aos produtores de cana-de-açúcar; continuava em vigor quando o Elucidário foi escrito.
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29 de abril de 1920–1 de outubro de 1920
Vasco Crispiniano da Silva foi nomeado governador civil do distrito do Funchal e exonerado a seu pedido em 1 de outubro de 1920.
Silva (Vasco Crispiniano da) Vasco Crispiniano da Silva Funchal
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1 de maio de 1920–novembro de 1920
Os Novos publicou o seu primeiro número; o décimo, provavelmente o último, saiu em novembro de 1920.
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25 de maio de 1920
Foi publicada a regulamentação do imposto sobre a revenda de aguardente.
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30 de maio de 1920
A maioria dos democráticos madeirenses decidiu aderir ao Partido da Reconstituição Nacional.
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10 de junho de 1920
Foi descerrada no quartel do Colégio uma placa em homenagem ao cabo João de Andrade.
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23 de junho de 1920
O Banco da Madeira abriu no Funchal.
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8 de julho de 1920
Os evolucionistas madeirenses decidiram manter-se unidos como grupo.
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setembro de 1920
Morreu na Madeira um homem de 106 anos.
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27 de setembro de 1920
A Leacock & C.ª admitiu Diogo Martinho de Freitas como sócio.
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outubro de 1920
Realizou-se no Funchal uma reunião para planear um monumento ao Conde de Canavial.
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1 de outubro de 1920–15 de outubro de 1920
A Esperança publicou uma descrição artística da Capela do Santo Espírito.
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14 de outubro de 1920–30 de maio de 1921
António da Cruz Rodrigues dos Santos exerceu o cargo de governador civil do distrito do Funchal.
Rodrigues dos Santos (Dr. António da Cruz) António da Cruz Rodrigues dos Santos Funchal
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18 de outubro de 1920
Brito Pais e Sarmento Beires descolaram da Amadora com destino à Madeira, mas fizeram uma amaragem de emergência.
Navegação Aérea António Jacinto de Brito PaisJosé Manuel Sarmento de Beires Amadora
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novembro de 1920
O Ministério do Interior classificou os concelhos da Madeira em três ordens.
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1 de novembro de 1920
O Padre César Martinho Fernandes morreu no Jardim do Mar.
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15 de novembro de 1920
Foi publicado o primeiro número da Revista de Direito.
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dezembro de 1920
Morreu na Madeira uma mulher de 103 anos.
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6 de dezembro de 1920
Luís Maria dos Reis morreu como general reformado.
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23 de dezembro de 1920
A Câmara Municipal do Funchal aprovou uma verba de 200 escudos para instalar um museu oceanográfico e de 50 escudos por mês para a sua manutenção.