Postos Meteorológicos 1Posto do Funchal
Postos Meteorológicos
História e equipamento dos postos meteorológicos da Madeira, desde o posto do Funchal, inaugurado na Fortaleza de São Lourenço em 1865, até à rede de postos meteorológicos e de medição da chuva instalada nas ilhas nas décadas de 1930 e 1940.
1Posto do Funchal
O posto meteorológico do Funchal, estabelecido na fortaleza de S. Lourenço, começou a funcionar em Janeiro de 1865, sob a direcção do falecido engenheiro militar Antonio Pedro de Azevedo. Está na altitude de 21m,2, é subordinado ao Observatório do Infante D. Luís, com o qual se corresponde telegraficamente todos os dias, e nele se fazem observações ás 6 e 9 horas da manhã, ás 3 e 5 horas da tarde e ás 9 horas da noite, sendo facultativa esta ultima observação (1921).
Antes de entrar em vigor este horário, faziam-se observações ás 7 e 9 horas da manhã, ao meio dia, ás 3 horas da tarde e às 9 horas da noite.
Em 1901, foi construído um quarto para arquivo do posto, e, em 1913, um terraço sôbre o mesmo posto, ao qual dá acesso uma escada exterior. Estes dois melhoramentos foram executados por indicação do 1.° ajudante, o coronel Eduardo Agostinho Pereira, falecido a 22 de Setembro de 1918.
Existem no Posto meteorológico do Funchal um barógrafo, um psicrógrafo, um anemógrafo, um barómetro de Adie, um psicrómetro de Augusto, termometros de maxima e mínima, um evaporímetro, um udómetro, etc. O posto costuma fornecer diariamente á imprensa um boletim com indicações acerca da direcção do vento, estado do céu, pressão, temperatura e quantidade de chuva caída durante 24 horas (1921).
Nas proximidades do Pico do Areeiro e na altitude de 1700 metros acima do nível do mar, foi construída em 1895 uma casa de madeira destinada a servir de posto meteorológico e de residência dos observadores, mas este estabelecimento, que custou ao Estado cerca de 5 contos de réis, nunca chegou a funcionar, devido á indiferença com que os governos e as corporações administrativas olham em geral os serviços de carácter cientifico.
A referida casa, que estava a cargo da Direcção das Obras Publicas, foi entregue á Junta Agrícola da Madeira a 13 de Agosto de 1913 para aí instalar um posto meteorológico, passando á posse da Junta Geral do Distrito quando foi extinta aquela corporação. É de 19 de Abril de 1913 o despacho ministerial que autorizou a entrega á Junta Agrícola do edifício do Areeiro.
A torre onde estava o compartimento destinado aos instrumentos meteorológicos, e á qual se subia por uma escada colocada exteriormente, foi derrubada pelos grandes vendavais de 25 e 26 de Fevereiro de 1920.
O que fica exposto é a transcrição textual do que se encontra a pág. 326 do vol. II da primeira edição deste Elucidário, a que agora podemos acrescentar as seguintes valiosas informações, que nos foram obsequiosamente fornecidas pelo actual director do Posto Meteorológico do Funchal, Antonio Feliciano de Castilho, ampliando-se desta maneira os antigos elementos já conhecidos.
2Observatório e estações
«O antigo Posto tem hoje a categoria de Observatório Meteorológico, ainda instalado no Palacio de S. Lourenço, mas em vesperas de ser transferido para edifício proprio. Foi notàvelmente ampliado no seu equipamento e nas suas funções. É chefiado por um primeiro-ajudante do Observatorio do Infante D. Luis, e tem a superintendencia técnica de tôdas as outras estações e postos do Arquipélago. O actual chefe do Observatório é o primeiro-ajudante Antonio Feliciano Pinto Pacheco de Novais Barreto e Castilho.
A sua aparelhagem é hoje constituída por um barómetro de Adie, um barografo, um psicrometro, um higrografo, um termografo, um udometro e um udografo, um termometro de maxima e outro de minima, um termometro ordinário e outro de maxima de temperatura ao Sol, um anemógrafo, um heliógrafo, dois solarigrafos, um solarimetro e um evaporimetro.
As observações são feitas, ás 6, 12 e 17 horas para a determinação de temperaturas, umidades, ventos, pressões, insolação, estado do tempo, etc. Além da estação do Funchal, temos ainda mais as seguintes:
Areeiro
Nas proximidades do Pico do Areeiro e na altitude de 1610 metros, está instalada a estação meteorológica do Areeiro. Neste local, houve já uma casa mandada construir em 1895, para servir de posto e residência ao pessoal encarregado do serviço, mas por motivos de diversa ordem nunca chegou a funcionar (Vid. Areeiro). Em Novembro de 1936, começou ali funcionando um Posto termo-udometrico que fornecia elementos sobre chuva e temperaturas. Em Dezembro de 1939, foi este posto ampliado, passando a ter os seguintes aparelhos: Um barometro, um barografo, um psicrometro, um termometro de maxima e outro mínima, um udometro, um catavento, um anemometro. O horario das observações era às 9 e 15 horas, colhendo elementos sobre pressões, temperaturas, umidade, vento; chuva, visibilidade e evolução do tempo. Em Janeiro de 1942, passou a ter as observações às 6, 12 e 17 horas. Esta estação, devido à sua importancia, está em vesperas de ser instalada em edifício proprio, passando a fazer parte do serviço internacional.
Encumiada de S
Vicente, Santana, Lugar de Baixo, e Sanatorio do Monte: Estas estações, montadas, respectivamente, em Junho de 1941, Janeiro de 1942, Junho de 1941, e Junho de 1941, fazem três observações por dia, ás 6, 12 e 17 horas, colhendo os seguintes elementos: temperaturas, humidade, chuva, visibilidade, evaporação, direcção e velocidade do vento. Para isso, estão equipadas com termómetros de máxima e minima, psicrometro, termohigrografo, udómetro, evaporometro e catavento. No Sanatorio do Monte, existe ainda um heliografo que fornece elementos sôbre insolação. Tanto a estação da Encumiada como a de Santana já funcionavam como postos termo-udometricos desde Dezembro de 1938.
Porto Santo
Esta estação instalada na ilha do mesmo nome junto á estação radio-telegráfica, foi montada em Julho de 1941 pelo então encarregado de posto do Funchal, Manuel Melquíades Alarques, ficando a fazer duas observações, ás 9 e 15 horas. Está apetrechada com os mesmos aparelhos e fornece os mesmos elementos das anteriores. O horario das observações é como o das restantes, ás, 6, 12 e 17 horas.
Existem ainda os postos Termo-udometricos da Madalena do Mar, Queimadas, Ribeira Brava e Santo da Serra todos montados de Novembro de 1936 a Dezembro de 1938.
Além destes, temos os postos udometricos do Caramujo, Machico, Montado do Pereiro, Ponta do Pargo, Porto do Moniz, Rabaçal, Ribeiro Frio, Santa Cruz, Santo António, Canhas, Bica da Cana, Paul da Serra e S. Vicente. Destes postos, o mais antigo é o de Santa Cruz, montado em Novembro de 1936 e o mais moderno é o de S. Vicente montado em Maio de 1945.
3Publicação e organização
Todos os elementos dos serviços meteorológicos da Madeira são publicados mensalmente no resumo mensal do Observatório Central Meteorológico do Infante D. Luís de Lisboa, na informação meteorológica do Jornal das Frutas da Madeira e no Boletim Mensal do Funchal. Anualmente, todos estes elementos vêm publicados nos Anais do Observatório Central. O Observatório do Funchal publica diariamente um boletim donde constam as informações das estações do Funchal, Arieiro, Sanatorio, Santana, Lugar de Baixo e Porto Santo, e do posto do Santo da Serra.
Todas estas estações e postos fazem parte do Serviço Nacional de Clima a cargo do Observatório Central Meteorológico de Lisboa, anexo á Faculdade de Ciências, de que é Director desde 1937 o sr. Doutor Herculano Amorim Ferreira, professor catedrático da mesma Faculdade.
Deve-se o actual estado dos Serviços Meteorológicos da Madeira, ao grande impulso dado ao Serviço Nacional de Clima pelo actual Director do Observatório Central que se deslocou á Madeira em Junho de 1938 exclusivamente para estudar as necessidades deste Serviço. Com o mesmo fim, esteve também no Funchal, em Julho de 1941, o sr. Doutor Amaro Monteiro, Chefe dos Serviços de Clima do Observatório Central. Muitas destas estações estão montadas com material comprado pela Junta Geral do Distrito, da ilustre presidência do sr. Doutor João Abel de Freitas, e estão a cargo do pessoal dos Serviços de Agricultura, repartição que é superiormente dirigida pelo sr. Eng.° Agronomo Maurilio Ferraz e Silva. Também a Delegação da Junta Nacional das Frutas, então dirigida pelo sr. Eng.° Agronomo Antonio Teixeira de Sousa, montou alguns dos primeiros postos termo-udometricos que depois foram entregues á Direcção de Agricultura.
De notar é ainda a actuação desinteressada e valiosíssima dos srs. Doutor João d'Almada, já falecido, e Vice-Almirante Hugo C. de Lacerda Castelo Branco.»
Neste artigo
Tempo
Anos mencionados · 12-
O posto meteorológico do Funchal começou a funcionar na Fortaleza de São Lourenço.
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O governo central construiu casas de madeira para uma estação meteorológica perto do Pico do Areeiro, a um custo de cerca de cinco contos, mas a estação nunca foi equipada, teve pessoal ou entrou em funcionamento.
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Foi construída uma sala de arquivo para o posto meteorológico do Funchal.
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Foi construído um terraço sobre o posto meteorológico do Funchal.
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Uma portaria de 19 de abril autorizou a entrega do edifício do Areeiro à Junta Agrícola da Madeira, que o recebeu em 13 de agosto.
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Morreu o coronel Eduardo Agostinho Pereira.
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Uma violenta tempestade, acompanhada de fortes vendavais, atingiu a Madeira, deixou mais de 500 pessoas desalojadas e derrubou a torre dos instrumentos do Areeiro.
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Começou a funcionar no Areeiro um posto de temperatura e medição da chuva, e foi instalado um posto de medição da chuva em Santa Cruz.
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Herculano Amorim Ferreira visitou a Madeira para estudar o serviço meteorológico da ilha.
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O posto meteorológico do Areeiro foi ampliado com novos instrumentos.
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Foram instalados postos meteorológicos na Encumeada, no Lugar de Baixo e no Sanatório do Monte.
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Foi instalado o posto meteorológico do Porto Santo.
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Foi instalado o posto meteorológico de Santana.
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Foi instalado um posto de medição da chuva em São Vicente.
Lugar
Lugares mencionados · 26No estrangeiro
- Bica da Cana
Ponta do Sol. Posto pluviométrico.
Local de altitude no planalto do Paul da Serra, na crista que liga o Paul da Serra ao Curral, onde a Junta Agrícola instalou uma estação agrícola experimental por volta de 1914. As experiências fracassaram em grande parte devido ao clima rigoroso, e as plantações foram gravemente danificadas por um incêndio em 1919. Foi também um posto pluviométrico e uma estação astronómica, a 1 621 m de altitude.
- Canhas
Ponta do Sol. Posto pluviométrico.
Os Canhas são uma freguesia do concelho da Ponta do Sol, na costa sul da Madeira, cujo nome provém da família Canha. Criada em 1577, teve a sua primeira sede na Capela de São Tiago. O Elucidário regista a sua igreja e as capelas, o vestuário e a fala locais, as atividades económicas e os sítios, como Outeiro e Carvalhal e Carreira, a irrigação por uma pequena levada particular e a sesmaria de Martim Afonso da Cunha.
- Caramujo
São Vicente. Posto pluviométrico.
O Caramujo é um sítio de altitude em São Vicente, a 1 325 m, perto do Paul da Serra, possivelmente uma antiga cratera. Tem uma casa de abrigo, as nascentes da levada da Ribeira do Inferno e um posto pluviométrico.
- Encumeada
São Vicente. Posto instalado em junho de 1941.
Passagem de montanha a 1045 m de altitude, no limite sul da freguesia de São Vicente, onde nasce a ribeira de São Vicente. É atravessada pelas estradas 25 e 26 e pela nova estrada do norte, e seria o extremo oriental da projetada estrada do Paul da Serra. Foi ali instalada uma estação meteorológica em junho de 1941.
- Fortaleza de São Lourenço
Funchal. Albergou o posto meteorológico do Funchal a partir de 1865.
A Fortaleza de São Lourenço, no Funchal, começou por ser um simples baluarte no tempo do quarto e do quinto capitães-donatários e ficou concluída até ao reinado de D. Sebastião; a entrada principal está voltada para o Largo da Restauração. Mais tarde, serviu de palácio e acolheu a estação meteorológica do Funchal. Nela foi hasteada a bandeira republicana nos dias 6 e 7 de outubro de 1910. O Elucidário regista ainda os seus emblemas heráldicos, uma inscrição de 1635, uma antiga Capela de São Lourenço e a destruição da estátua do santo em 1911.
- Funchal
Sede do principal posto meteorológico.
Capital do arquipélago e sede da principal capitania, onde teve início o povoamento; foi elevada a vila por volta de 1451–1452. A sua baía, a mais ampla do arquipélago, situa-se entre a Ponta do Garajau e a Ponta da Cruz e oferece um ancoradouro abrigado, embora o seu porto nunca tivesse sido estudado do ponto de vista oceanográfico. O Elucidário aborda o Funchal como estância de saúde, com dados climáticos, e regista os distúrbios de janeiro de 1906, a visita do príncipe dinamarquês em maio de 1846 e a existência de cones vulcânicos recentes na zona.
- Lisboa
Portugal. Sede do Observatório Meteorológico Central.
Capital portuguesa, sede do tribunal da Relação e da Misericórdia cujos privilégios e estatutos foram estendidos ao Funchal. Henrique Franco de Sousa estudou na sua Academia Real de Belas-Artes, e Luiz José Baiardo mudou-se para a cidade em 1821.
- Lugar de Baixo
Ponta do Sol. Posto instalado em junho de 1941.
O Lugar de Baixo é uma fajã costeira entre a Ponta do Sol e a Tábua, na freguesia da Ponta do Sol, Madeira. Foi muito ampliado por um deslizamento de terras da Lombada em 1804 (a aluvião que o ampliou também é datada de 1803). Tem a capela da casa dos Carvalhal, reconstruída em 1906, e uma estação meteorológica instalada em 1941. O Infante D. Luís desembarcou e embarcou ali quando o mar estava demasiado agitado junto ao cais da vila.
- Machico
Posto pluviométrico.
A freguesia de Machico foi o local do desembarque dos descobridores Zarco e Tristão Vaz e a sede da Capitania de Machico; foi criada cerca de 1450. O Elucidário aborda o seu clero e as respetivas côngruas, as capelas, os acontecimentos históricos, as fontes minerais, os sítios, a população e os naturais ilustres.
- Madalena do Mar
Ponta do Sol. Posto de observação da temperatura e da precipitação.
A Madalena do Mar é uma freguesia da costa sudoeste da Madeira, no concelho da Ponta do Sol, fundada nas terras do lendário Henrique Alemão e elevada a freguesia independente em 1582. O Elucidário regista as suas capelas, a produção de açúcar e o cultivo da banana, a sua capitania-mor, os danos causados pelas cheias de 1876 e pela cheia da Ribeira da Madalena em 1939. Foi também a terra natal de António Policarpo dos Passos Sousa.
- Paul da Serra
Ponta do Sol. Posto pluviométrico.
O Paul da Serra é o único planalto extenso da Madeira, situado a cerca de 1 500 m de altitude e abrangendo quatro concelhos, onde as temperaturas podem descer até ao ponto de congelação. Nas suas margens nascem as fontes do Rabaçal e do Risco, a Ribeira da Tabua e a Ribeira da Janela, e dele são alimentadas as principais levadas. O Elucidário regista a sua vegetação, os ensaios agrícolas, as Casas de Abrigo, os encontros para a tosquia das ovelhas, o uso dos terrenos comuns e um projeto de estrada inacabado.
Pessoas
Pessoas mencionadas · 11-
Chefe dos Serviços de Climatologia do Observatório Central, que visitou o Funchal em julho de 1941.
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Chefe do Observatório Meteorológico do Funchal, que forneceu as informações atualizadas citadas no verbete.
- António Pedro de Azevedo1814–1889
Engenheiro militar que dirigiu o posto meteorológico do Funchal aquando da sua abertura, em 1865.
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Engenheiro agrónomo à frente da delegação local da Junta Nacional das Frutas, que instalou os primeiros postos pluviométricos.
- Eduardo Agostinho Pereiram. 1918
Coronel e primeiro ajudante do posto do Funchal, que mandou construir uma sala de arquivo (1901) e um terraço (1913).
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Diretor do Observatório Meteorológico Central, em Lisboa, a partir de 1937; visitou a Madeira em 1938 para estudar o serviço meteorológico da ilha.
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Vice-almirante elogiado pela ajuda desinteressada que prestou ao serviço meteorológico da Madeira.
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Presidente da Junta Geral do Distrito, que adquiriu equipamento para numerosos postos.
- João Francisco de Almadam. 1942
Elogiado pela ajuda desinteressada que prestou ao serviço meteorológico da Madeira.
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Responsável pelo posto do Funchal, que instalou o posto de Porto Santo em julho de 1941.
+ 1 mais
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Engenheiro agrónomo à frente dos Serviços Agrícolas, cujo pessoal assegurava o funcionamento dos postos.