Ano1918
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1918
O Sindicato Agrícola Estreitense foi fundado no Estreito de Câmara de Lobos.
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1918
A procissão de 1 de maio percorreu o seu antigo itinerário pela única vez após a República, acompanhada por dois vereadores.
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1918
Após a crise provocada pela guerra, havia no Funchal 34 casas exportadoras de bordados.
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1918
Publicou Junia em Lisboa.
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1918
A Junta Geral encomendou a maquete da estátua de Zargo.
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1918
Foi fundada a Associação dos Industriais de Destilação da Madeira.
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1918
Publicou o opúsculo Rosario de Lágrimas.
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1918–março de 1919
Uma companhia de artilharia de posição defendeu o Funchal de um ataque alemão.
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1918
Entraram no Funchal apenas 113 navios, o número mais baixo do período da Primeira Guerra Mundial.
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1918
Teve início a construção da capela da Fajã do Penedo.
Boaventura (Freguesia da)Imaculado Coração de Maria (Capela do)
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1918
Um agricultor do continente português realizou com êxito uma experiência de cultivo de arroz na freguesia de São Vicente.
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1918
Morreu em Portugal.
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1918
Foram criadas quatro escolas centrais no Funchal.
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1918
Foi deputado pela Madeira.
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1918
Eduardo Antonino Pestana licenciou-se em Letras na Universidade de Lisboa.
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1918
Armitage publicou um artigo sobre os habitats das briófitas madeirenses no Journal of Ecology.
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1918
A segunda edição de Lágrimas foi publicada em Coimbra.
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1918
Foi oferecida ao Presidente Sidónio Pais uma mesa de embutidos.
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24 de janeiro de 1918
Saiu o último número, o n.º 858.
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30 de janeiro de 1918
O vapor funchalense Neptuno foi torpedeado quando vinha de Lisboa.
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31 de janeiro de 1918
Foi publicado o primeiro número do jornal A União, da Ponta do Sol.
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5 de fevereiro de 1918
Feio chegou e tomou posse como governador civil.
Feio (Dr. Carlos José Barata Pinto)Pinto Feio (Dr. Carlos José Baeta)
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6 de fevereiro de 1918
Começou a publicar-se um segundo jornal intitulado A Luz.
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12 de março de 1918
Feio partiu para Lisboa e demitiu-se pouco depois.
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9 de abril de 1918
Foi feito prisioneiro pelos alemães na grande batalha desse dia.
Azevedo (Americo Olavo Correia de)Azevedo (Carlos Olavo Correia de)
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9 de abril de 1918
Batalha de La Lys, na qual muitos madeirenses morreram ou foram feitos prisioneiros.
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9 de abril de 1918
O alferes Veiga Pestana morreu em combate em França.
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17 de abril de 1918
Foi publicado o primeiro número de O Desporto.
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25 de abril de 1918
A Câmara Municipal do Funchal vendeu, com autorização do Governo, a sua pequena propriedade na Fajãzinha de Bento.
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27 de abril de 1918
Um decreto criou o cargo de comissário-geral de distrito, provavelmente sem aplicação no Funchal.
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27 de abril de 1918
Foi publicado o primeiro número do segundo jornal intitulado O Madeirense.
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28 de abril de 1918
Duarte de Melo Ponces de Carvalho foi eleito deputado pela Madeira.
Carvalho (Duarte de Melo Ponces de)Freitas (José Vicente de)
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maio de 1918
A Câmara foi extinta aquando da reorganização dos serviços agrícolas.
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maio de 1918
A repartição foi instalada no novo Paço Episcopal, no Ribeiro Real.
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8 de maio de 1918
Um decreto criou onze regiões agrícolas, atribuindo à Madeira a nona, com sede no Funchal.
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8 de maio de 1918
Um decreto instituiu oito circunscrições florestais e dezoito regências florestais, ficando o Funchal como regência n.º 18.
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17 de maio de 1918
A constituição do Clube Naval Madeirense foi comunicada às autoridades.
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23 de maio de 1918
Barreto partiu para França como capelão do Corpo Expedicionário Português.
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25 de maio de 1918
Foi nomeado governador civil do distrito por decreto.
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junho de 1918
Rosa deixou de ser comandante militar do arquipélago.
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3 de junho de 1918
Foi publicado o primeiro número do jornal O Seringa.
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7 de junho de 1918
Tomou posse como governador civil.
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24 de junho de 1918
Foi consagrada a nova igreja paroquial de São Martinho.
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8 de julho de 1918
O Decreto n.º 4560 criou postos de despacho aduaneiro no Porto Santo, em Câmara de Lobos e em Machico, embora a medida ainda não tivesse sido aplicada.
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21 de agosto de 1918
Saiu o décimo segundo número de O Seringa, que se julga ter sido o último.
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23 de agosto de 1918
A Junta Agrícola deliberou entregar à Câmara Municipal a rua construída para o Frigorifico.
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9 de setembro de 1918–25 de novembro de 1918
O Atlantico publicou os seus doze números.
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13 de setembro de 1918
D. João de Alarcão morreu.
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22 de setembro de 1918
Morreu o coronel Eduardo Agostinho Pereira.
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1 de outubro de 1918
Data indicada para a fundação da Empresa Madeirense de Tabacos, Lda.
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14 de outubro de 1918
O caça-minas Augusto Castilho foi afundado por um submarino alemão enquanto escoltava o vapor São Miguel, tendo morrido Mota Freitas e o comandante do caça-minas.
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15 de outubro de 1918
O caça-minas Augusto de Castilho foi afundado por um submarino alemão perto dos Açores; o San Miguel escapou com passageiros da Madeira.
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15 de outubro de 1918
O caça-minas Augusto de Castilho combateu um submarino alemão; Mota Freitas morreu no confronto.
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16 de outubro de 1918
O visconde foi morto a tiro em Lisboa, juntamente com outros seis presos políticos, quando eram escoltados para uma fortaleza.
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21 de outubro de 1918
João Pestana Júnior morreu quando estudava Direito em Coimbra.
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29 de outubro de 1918
Morreu em Sintra.
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1 de novembro de 1918
Foi publicado o primeiro número do periódico O Nacional.
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3 de novembro de 1918
Brum do Canto morreu em Lisboa aos 33 anos.
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6 de novembro de 1918
O navio de transporte Lake Forest chegou à Madeira com alimentos enviados pela Cruz Vermelha Americana e com Harrison Dibblee a bordo.
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9 de novembro de 1918
Um jantar no Palácio de São Lourenço e manifestações populares homenagearam Dibblee e o cônsul americano.
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11 de novembro de 1918
A iluminação pública das ruas do Funchal foi restabelecida após a notícia do armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial.
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17 de novembro de 1918
Harrison Dibblee partiu da Madeira para Norfolk, na Virgínia.
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25 de novembro de 1918
Hector Léveillé morreu em Le Mans.
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1 de dezembro de 1918
Uma lei reformou as escolas industriais e o plano de estudos da escola industrial do Funchal, criando uma oficina de embutidos.
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8 de dezembro de 1918
Foi publicado o primeiro número do jornal funchalense O Vigilante.
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20 de dezembro de 1918
Os estatutos do Sindicato Agrícola Estreitense foram publicados no Diário do Governo.
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27 de dezembro de 1918
Augusto José Vieira morreu em Lisboa.
Surdo (Travessa do)Vieira (Augusto José) Augusto José Vieira Lisboa