Monte
Monte · Funchal
freguesia do Monte, concelho do Funchal, Madeira
Freguesia de Nossa Senhora do Monte, acima do Funchal, a cerca de 600 m de altitude, onde o aparecimento das folhas ocorre mais tarde do que no Funchal. Inclui os sítios do Jardim Botânico, da Igreja e dos Marmeleiros e a Quinta de Sant'Ana. O Elucidário regista as suas numerosas plantas, entre elas acácias e Sonchus fruticosus.
1Mencionado em
- Acácia — Zona onde a Acacia dealbata é frequente e a Albizzia lophantha está naturalizada.
- Martius (C. Fred. Phil. de) — Local onde Martius registou espécies vegetais.
- Jardim Botânico — Freguesia onde se situa a localidade do Jardim Botânico.
- Tintureira (Rhamrms latifoUa) — As suas quintas conservam exemplares sobreviventes.
- Henriques (Dr. Júlio Augusto) — Local visitado por Henriques durante a sua passagem pela Madeira em 1903.
- Igreja — Freguesia a que pertence o sítio.
- Rosmaninho — A santolina é cultivada nos jardins desta localidade.
- Hospital dos Marmeleiros — Freguesia a que pertencem os Marmeleiros.
- Oliveira (Dr. João Francisco de) — Freguesia onde se situa a Quinta de Sant’Ana.
- Nossa Senhora do Monte (Freguesia de) — Freguesia a que se refere o verbete.
- Observações Fenológicas — Freguesia situada a cerca de 600 m, onde as folhas surgiram mais tarde do que no Funchal.
- Língua de Vaca (Sonchus fruticosus) — Local onde a planta é frequente.
- Estradas — Situado na estrada 24.
- Menezesia — Local onde foi encontrada Menezesia setulosa.
- Mangra dos Carvalhos — O oídio dos carvalhos foi observado pela primeira vez nos carvalhos do Monte, em 1909.
- Romarias — Principal destino dos romeiros que vão cumprir promessas; festa a 15 de agosto.
- Eucalipto — Um dos lugares onde o eucalipto é comum e onde se situa a quinta de Rocha Machado.
- Babosas — Freguesia onde se situa Babosas.
- Teijeira (Arctiumminus) — Localidade onde a planta cresce.
- Leopoldina (Arquiduquesa) — Localidade que Leopoldina percorreu em 13 de setembro de 1817.
- Hortelã de Burro. (Cedronella triphylla) — Localidade onde a planta é frequente.
- Bélgica (Rei da) — Local visitado pelo rei Leopoldo.
- Coroa de Henrique (Agapanthus umbellatus) — Outra zona onde a planta é muito cultivada.
- Dragoeiro (Dracaena Draco) — Freguesia onde se situava a quinta que tinha dois admirados dragoeiros, posteriormente arrancados.
- Árvore do Incenso (Pitiosporum undulatum) — A árvore é frequente nas suas quintas.
- Page (Roberto) — Page construiu uma ponte e fontes na estrada do Monte.
- Caminho de Ferro do Monte — Freguesia servida pelo caminho de ferro.
- Transporte. (Meios de) — Estância de montanha, a «Sintra da Madeira», acessível por caminho de ferro.
- Regímen Florestal — Freguesia onde foi criado um viveiro de árvores em 1799.
- Vinhos — Referido numa quadra como destino de festas e romarias.
- Nossa Senhora da Penha de França (Capela de) — Freguesia onde foi construída uma capela de Nossa Senhora da Penha de França em 1620.
- Ponta Delgada — Local de uma das três romarias mais antigas.
- Funchal – I Origem do nome — A única freguesia do Funchal que ficou fora dos limites da cidade em 1927.
- Funchal (Comarca do) — Passou a constituir um julgado da comarca do Funchal em 1927.
- Tenerifenhos — Local onde foi servido chá aos visitantes.
- Mocano — O Pittosporum coriaceum é cultivado nas quintas do Monte.
- Leste — Os seus pinhais arderam durante o leste de 1919.
- Madeira (ilha da) — Arrabalde visitado por turistas, com uma igreja perto do caminho de ferro.
- Bombardeamento do Funchal — Local de refúgio para habitantes que fugiam da cidade.
- Paços do Concelho — Freguesia onde o arquivo foi guardado de 1811 a 1818 por receio de um desembarque inimigo.
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2Cronologia
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Existiu no Monte um viveiro de plantas conhecido como Jardim Botânico.
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Tristão Gomes de Castro fundou a capela dos Prazeres no Monte; há também registo da sua morte nesse ano.
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Luís Gonçalves Mercador construiu uma Capela de Nossa Senhora da Penha de França no Monte.
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O cónego Jorge Furtado de Sousa fundou a Capela de Nossa Senhora do Desterro no Monte.
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Foi construída no Monte uma capela de Nossa Senhora dos Milagres.
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Foi erguida a capela de Santo António no Monte.
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A capela de Nossa Senhora da Piedade no Monte foi fundada e dotada.
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Foi criado um viveiro de árvores do governo na Lombada, no Monte, num terreno escolhido por José Maria de Afonseca e designado em 9 de agosto de 1799; até 1823–1824, distribuiu mais de vinte mil árvores para reflorestação.
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Por receio de um desembarque inimigo, o arquivo da Câmara do Funchal foi transferido para Santa Luzia e, depois, para o Monte.
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Leopoldina visitou o Monte e foi recebida na Quinta do Belo Monte.
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Filipe José Nunes nasceu no Monte.
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Os carros do Monte surgiram na sua forma atual.
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Um autor que escrevia em 1880 descreveu romeiros penitentes que levavam correntes e se arrastavam de joelhos no Monte.
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A Câmara do Funchal aceitou a proposta de António Joaquim Marques para construir um caminho de ferro de cremalheira entre o Funchal e o Monte.
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A Câmara do Funchal autorizou a transferência da concessão do Caminho de Ferro do Monte para Manuel Alexandre de Sousa.
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A antiga Fonte da Senhora, no Monte, foi destruída pela queda de um grande castanheiro.
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Realizaram-se na Madeira as festividades do jubileu dos 50 anos do dogma da Imaculada Conceição, com uma procissão da Sé até ao Monte.
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A Companhia dos Sanatórios recebeu do estrangeiro os primeiros materiais de construção para as obras no Monte.
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A Capela-Monumento de Nossa Senhora da Conceição foi construída nas Babosas, no Monte, para assinalar o cinquentenário do dogma da Imaculada Conceição; desde então, o local passou a ser conhecido como Conceição.
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O oídio dos carvalhos (Oidium quercinum) foi observado pela primeira vez na Madeira, nos carvalhos do Monte.