Estradas 1Estado da viação e legislação
Estradas
Panorama das estradas da Madeira: o seu mau estado histórico, o programa de construção rodoviária iniciado após a autonomia administrativa de 1901, os decretos que financiaram a rede e os itinerários e distâncias das estradas nacionais e das novas estradas.
1Estado da viação e legislação
Relativamente ao ano em que se publicou a primeira edição desta obra, deixámos dito, com inteira verdade, que a viação na Madeira estava ainda muito atrasada. A maior parte das estradas da ilha não se prestava a certos meios de transporte cómodos e rápidos, por causa da sua inclinação e péssimo empedramento, e outras, embora mais planas, não passavam de simples veredas, por onde só se pode transitar a pé ou em rede. A Junta Geral do distrito tem procurado nestes últimos anos remediar este mal, melhorando certas vias de comunicação e estabelecendo outras entre diversas localidades há, porém, muito ainda a fazer para dotar esta ilha com uma boa rede de estradas, não sendo exagero dizer-se que em muitos pontos da costa do norte, e mesmo da do sul, a viação se encontra no mesmo estado em que estava no tempo dos donatarios (1922).
As vias de comunicação na Madeira eram, sem contestação possível, as piores de todo o nosso país, devido a variadas causas e especialmente ao inverosímil acidentado dos terrenos e ainda a outras inevitaveis condições do meio. A maior parte delas não merecia o nome de estradas, pois que na sua generalidade eram estreitas veredas praticadas num solo de penoso e dificilimo piso, sobranceiras a insondaveis abismos e costeando os flancos de elevadas montanhas, oferecendo quasi sempre aos viandantes os mais graves incómodos e perigos. Até o ano de 1901, em que foi concedida a autonomia administrativa a este distrito, somente havia nove quilómetros duma boa estrada, que punha a cidade do Funchal em comunicação com a vila de Câmara de Lobos. Começou então e prossegue ainda a construção duma larga rede de estradas, que dentro de poucos anos tornará fácil o percorrer-se toda a ilha em viação acelerada e serem rápida e comodamente visitadas as suas principais localidades.
Além das receitas próprias, a Junta Geral do Distrito foi autorizada pelo decreto de 12 de Julho de 1912 a contrair um empréstimo destinado exclusivamente á construção das estradas. O decreto de 25 de Junho de 1935 determinou a vinda a este arquipélago duma missão técnica encarregar de estudar e propor as necessárias providencias para a execução da rede das estradas e o decreto de 14 de Abril de 1938 aprovou o plano apresentado por essa comissão de estudos, procedendo-se diligentemente á realização dos respectivos trabalhos de construção.
Pela sua nimia importância e indispensável esclarecimento ao grandioso projecto da conclusão da rede das nossas estradas, vamos transcrever alguns artigos do decreto que deixámos citado:
- Artigo 1.º. O plano de trabalho para a execução da rede complementar das estradas da ilha da Madeira, na importância total de 44.000.000$, é o que consta do mapa anexo a este decreto.
- Art. 2.º . Os trabalhos relativos a este plano deverão ser executados em três fases, a saber:
- a) A primeira, na importância de 15.000.000$, deverá ser executada num período de três anos, a que corresponde uma dotação anual de 5.000.000$
- b) As outras duas fases, na importância total de 29.000.000$, deverão realizar-se em períodos de cinco anos cada uma, o que corresponde á dotação anual de 3.000.000$ nos nove primeiros anos e de 2.000.000$ no último ano.
Art. 3.º. As obras constantes deste plano serão comparticipadas pelo Governo na proporção de 75 por cento do seu custo, ficando os 25 por cento restantes a cargo da Junta Geral Autónoma do distrito do Funchal. § único. Pode o Governo autorizar esta Junta Geral a contrair um empréstimo para fazer face aos encargos que lhe competirão”.
As antigas estradas reais denominam-se nacionais depois da implantação da Republica no país, sendo as mais importantes as que têm os números 23, 24, 25, 26, 27 e 28 no respectivo mapa de viação distrital, já pela sua extensão, já porque estabelecem comunicações entre as principais localidades da ilha. Os mapas seguintes indicam a direcção que seguem as mesmas estradas, bem como as distancias que separam os principais sítios ou povoações que elas atravessam:
2Estradas nacionais
Estrada Nacional n.º 23
| Pontos extremos e intermedios | Quilometros |
|---|---|
| Do Funchal (Sé) a Câmara de Lobos (Igreja) | 9.958 |
| De Câmara de Lobos á Quinta Grande (Igreja) | 4.998 |
| Da Quinta Grande ao Campanário (entroncamento do caminho para a Igreja) | 3.069 |
| Do Campanário á Ribeira Brava (entroncamento do ramal do Cais-Igreja) | 4.684 |
| Da Ribeira Brava á Tabua (Corujeira) | 1.291 |
| Da Tabua á Ponta do Sol (cais) | 3.000 |
| Da Ponta do Sol á Madalena (igreja) | 4.560 |
| Da Madalena ao Arco da Calheta (Fajã do Mar) | 1.440 |
| Do Arco da Calheta á Calheta (Igreja) | 4.840 |
| Da Calheta ao Estreito (entroncamento do caminho para a Igreja) | 3.680 |
| Do Estreito aos Prazeres (entroncamento do ramal do Paúl) | 3880 |
| Dos Prazeres á Fajã da Ovelha (entroncamento do ramal do Paul) | 6.624 |
| Da Fajã da Ovelha á Ponta do Pargo (entroncamento do ramal do Pesqueiro) | 5.701 |
| Da Ponta do Pargo as Achadas (Igreja) | 9.325 |
| Das Achadas ao Porto Moniz (Igreja) | 7.720 |
| Do Porto Moniz á Ribeira da Janela (Igreja) | 3.880 |
| Da Ribeira da Janela ao Seixal (Igreja) | 7.695 |
| Do Seixal a S. Vicente (Igreja) | 8.033 |
| De S. Vicente á Ponta Delgada (entroncamento do ramal do porto) | 7.038 |
| Da Ponta Delgada á Boa Ventura (entroncamento da estrada n.º 27) | 2.569 |
| Da Boa Ventura ao Arco de S. Jorge (Igreja) | 2.975 |
| Do Arco de S.Jorge a S.Jorge (Igreja) | 6.760 |
| De S. Jorge a Sant,Ana (igreja) | 6.380 |
| De Sant,Ana ao Faial (igreja) | 4.720 |
| Do Faial a S. Roque do Faial (Igreja) | 2.260 |
| De S. Roque ao Porto da Cruz (Igreja) | 2.700 |
| Do Porto da Cruz a Machico (entroncamento do ramal do cais) | 11.000 |
| De Machico a Santa Cruz (vila) | 8.220 |
| De Santa Cruz ao Porto Novo | 4.740 |
| Do Porto Novo ao Caniço (entroncamento do ramal da Ponta da Oliveira) | 3.440 |
| Do Caniço a S. Gonçalo (entroncamento do caminho da igreja) | 5.520 |
| De S. Gonçalo ao Funchal (Sé) | 3.480 |
| Pontos extremos e intermedios | Quilometros |
|---|---|
| Extensão desta estrada | 166,180 |
Estrada Nacional n.º 24
| Pontos extremos e intermédios | Quilometros |
|---|---|
| Do Funchal (Carmo) ao Monte (igreja) | 3.217 |
| Do Monte ao Poiso | 6.783 |
| Do Poiso ao Ribeiro Frio | 4.240 |
| Do R. Frio á Cruzinha | 4.760 |
| Da Cruzinha a Sant'Ana | 9.160 |
| Extensão desta estrada | 28,160 |
Estrada Nacional n.º 25
| Pontos extremos e intermédios | Quilometros |
|---|---|
| Do Funchal (Ponte de S. João) a S.Martinho (Igreja). | 3.000 |
| De S. Martinho ao Estreito de Câmara de Lobos(Igreja) | 6.000 |
| Do Estreito de Câmara de Lobos ao entroncamento do caminho do Jardim da Serra | 3.520 |
| Do dito Entroncamento á Cumeada de S. Vicente | 14.080 |
| Da Cumeada ao Rosário | 4.150 |
| Do Rosário a S. Vicente (Igreja) | 4.200 |
| Extensão desta estrada | 34.950 |
Estrada Nacional n.º 26
Pontos extremos e intermédios Quilómetros
| Pontos extremos e intermédios | Quilómetros |
|---|---|
| Da Ribeira Brava (ponte) á Serra de Água (entroncamento do caminho para a Igreja) | 7.520 |
| Da Serra de Água á Cumeada de S.Vicente | 5,540 |
| Extensão desta estrada | 13,060 |
Estrada Nacional n.º 27
Pontos extremos e intermedios Quilómetros
| Pontos extremos e intermedios | Quilómetros |
|---|---|
| Do Funchal (Maravilhas) a Santo Antonio (Igreja) | 2.495 |
| De Santo Antonio ao entroncamento do Caminho da Igreja do Curral | 11.350 |
| Do Curral á Boaventura (Igreja) | 19.085 |
| Da Boaventura ao entroncamento da Estrada n.º 23 | 0.537 |
| Extensão desta estrada | 33.467 |
Estrada Nacional n.º 28
Pontos extremos e Intermedios Quilómetros
| Pontos extremos e Intermedios | Quilómetros |
|---|---|
| Da Ponta do Sol ás Cruzinhas | 5.000 |
| Das Cruzinhas á Cumeada (beira do Paul) | 2.350 |
| Da Cumeada ás Casas do Paúl | 2.650 |
| Das Casas do Paúl aos Estanquinhos | 3.000 |
| Dos Estanquinhos ao Caramujo | 1.450 |
| Do Caramujo ás Feiteiras (S. Vicente) | 4.825 |
| Extensão desta estrada | 19,275 |
Estas estradas, que são em geral de mau piso e por vezes oferecem perigo aos viandantes, como já ficou referido, perderam a sua antiga importância e deixaram de ser tão frequentemente transitadas nos pontos em que as novas e recentes estradas as vieram substituir com a maior vantagem. No entretanto continuam prestando excelentes serviços como meios de comunicação entre diversas localidades e são os verdadeiros caminhos vicinhais para os habitantes que têm as suas moradias nas imediações dessas mesmas estradas. Não devem por isso ser deixadas ao abandono, merecendo continuadas reparações para a sua conservação e melhoramento.
3Estradas novas
Como acima ficou dito, foi depois da concessão da autonomia administrativa, no ano de 1901, que se iniciou e prossegue ainda a construção da importante rede de estradas, que se vai estendendo por toda a ilha, permitindo já a visita rápida e cómoda a mais de vinte freguesias rurais e sendo de esperar que decorridos poucos anos se poderão estabelecer fáceis comunicações entre todas as paróquias da Madeira. Não existe uma medição oficial das novas estradas construidas, mas conseguimos obter alguns dados, que nos fornecem uma estimativa muito aproximada da sua extensão e que em seguida apresentamos.
Estrada pelo lado de leste Quilometros
| Estrada pelo lado de leste | Quilometros |
|---|---|
| Do Funchal ao Caniço | 9.500 |
| Do Caniço a Gaula | 6.000 |
| De Gaula a Santa Cruz | 3.500 |
| De Santa Cruz a Machico | 7.000 |
| De Machico á Portela | 7.000 |
Estrada pelo lado de oeste Quilometros
| Troço | Quilometros |
|---|---|
| Do Funchal a Câmara de Lobos | 9,000 |
| Câmara de Lobos ao Estreito de Camara de Lobos | 4.500 |
| Do Estreito á Quinta Grande | 7.000 |
| Da Quinta Grande ao Campanário | 4.000 |
| Do Campanário á Ribeira Brava | 6.000 |
| Da Ribeira Brava á Tabua | 3.500 |
| Da Tabua à Ponta do Sol | 5.500 |
| Da Ponta do Sol aos Canhas | 2.500 |
| Dos Canhas ao Arco da Calheta (Loreto) | 9.000 |
| Do Loreto á Calheta (Estrela) | 7.000 |
| Da Estrela ao Estreito da Calheta | 3.400 |
| Do Estreito da Calheta aos Prazeres | 7.000 |
| Dos Prazeres á Fajã da Ovelha (Raposeira) | 4.000 |
Da Ribeira Brava á Ponta Delgada Quilometros
| Troço | Quilometros |
|---|---|
| Da Ribeira Brava á Serra de Água | 8.000 |
| Da Serra de Água á Encumeada | 15.000 |
| Da Encumeada a S. Vicente | 14.000 |
| De S. Vicente á Ponta Delgada | 8.000 |
Do Funchal ao Ribeiro Frio Quilómetros
| Troço | Quilómetros |
|---|---|
| Do Funchal ao Monte | 6.000 |
| Do Monte ao Poiso | 15.500 |
| Do Poiso ao Ribeiro Frio | 20.000 |
Neste artigo
Tempo
Anos mencionados · 05-
Na sequência da lei de 22 de maio de 1901, um decreto de 8 de agosto de 1901 estendeu o regime autonómico açoriano ao Distrito do Funchal, criando uma Junta Geral eleita por sufrágio direto que assumiu as obras públicas distritais; seguiu-se a construção de estradas.
-
Um decreto autorizou a Junta Geral a contrair um empréstimo para a construção de estradas.
-
A primeira edição do Elucidário observou que as estradas continuavam como no tempo dos donatários.
-
Um decreto enviou uma missão técnica para estudar a rede rodoviária da Madeira.
-
Um decreto aprovou um plano de 44 000 contos para a rede rodoviária complementar da Madeira, financiado em 75 % pelo Estado.
Lugar
Lugares mencionados · 14- Câmara de Lôbos
Câmara de Lobos. Ligada ao Funchal pela única estrada em boas condições antes de 1901.
Freguesia a oeste do Funchal. O Elucidário relaciona o seu nome com a viagem de descoberta de Zarco e descreve as suas igrejas, capelas e colegiada, os primeiros povoadores, a comunidade piscatória e as vinhas afamadas. Regista também os sítios, limites, levadas e população da freguesia.
- Curral das Freiras
Câmara de Lobos. Situado na estrada 27.
Pequena freguesia do interior, situada num vale profundo que se crê ser a cratera de um vulcão extinto e o principal foco eruptivo da Madeira. A propriedade foi comprada para as freiras de Santa Clara, que ali se refugiaram em 1566 e lhe deram o nome. Foi criada como freguesia em 1790. Antes, servira de pastagem e de refúgio a escravos fugidos e criminosos; em 1927, tornou-se julgado da comarca do Funchal.
- Encumeada
São Vicente. Passagem de montanha atravessada pelas estradas 25 e 26 e pela nova estrada do norte.
Passagem de montanha a 1045 m de altitude, no limite sul da freguesia de São Vicente, onde nasce a ribeira de São Vicente. É atravessada pelas estradas 25 e 26 e pela nova estrada do norte, e seria o extremo oriental da projetada estrada do Paul da Serra. Foi ali instalada uma estação meteorológica em junho de 1941.
- Funchal
Ponto de partida da maioria das estradas descritas.
Capital do arquipélago e sede da principal capitania, onde teve início o povoamento; foi elevada a vila por volta de 1451–1452. A sua baía, a mais ampla do arquipélago, situa-se entre a Ponta do Garajau e a Ponta da Cruz e oferece um ancoradouro abrigado, embora o seu porto nunca tivesse sido estudado do ponto de vista oceanográfico. O Elucidário aborda o Funchal como estância de saúde, com dados climáticos, e regista os distúrbios de janeiro de 1906, a visita do príncipe dinamarquês em maio de 1846 e a existência de cones vulcânicos recentes na zona.
- Machico
Situado na estrada 23 e na nova estrada do leste.
A freguesia de Machico foi o local do desembarque dos descobridores Zarco e Tristão Vaz e a sede da Capitania de Machico; foi criada cerca de 1450. O Elucidário aborda o seu clero e as respetivas côngruas, as capelas, os acontecimentos históricos, as fontes minerais, os sítios, a população e os naturais ilustres.
- Monte
Funchal. Situado na estrada 24.
Freguesia de Nossa Senhora do Monte, acima do Funchal, a cerca de 600 m de altitude, onde o aparecimento das folhas ocorre mais tarde do que no Funchal. Inclui os sítios do Jardim Botânico, da Igreja e dos Marmeleiros e a Quinta de Sant'Ana. O Elucidário regista as suas numerosas plantas, entre elas acácias e Sonchus fruticosus.
- Paul da Serra
Ponta do Sol. Planalto atravessado pela estrada 28.
O Paul da Serra é o único planalto extenso da Madeira, situado a cerca de 1 500 m de altitude e abrangendo quatro concelhos, onde as temperaturas podem descer até ao ponto de congelação. Nas suas margens nascem as fontes do Rabaçal e do Risco, a Ribeira da Tabua e a Ribeira da Janela, e dele são alimentadas as principais levadas. O Elucidário regista a sua vegetação, os ensaios agrícolas, as Casas de Abrigo, os encontros para a tosquia das ovelhas, o uso dos terrenos comuns e um projeto de estrada inacabado.
- Poiso
Santa Cruz. Ponto de passagem da estrada 24.
O Poiso é um local de altitude no interior da Madeira, situado a cerca de 1 390–1 414 m, na estrada n.º 24 e perto do Chão das Feiteiras, do planalto das Alagoas e do Areeiro. Foi uma estação astronómica do interior, onde se realizaram observações meteorológicas, incluindo as de Guilherme Teles de Meneses e observações dos ventos em 1894. Na sua área nascem a Ribeira de João Gomes e a Ribeira do Porto Novo.
- Portela
Machico. Terminus da nova estrada do leste.
A Portela é uma passagem de montanha no concelho de Machico, onde nasce a Ribeira de Machico e termina a nova estrada do leste. Oferece amplas vistas sobre o Porto da Cruz e o Faial e já era recomendada como miradouro em 1850. A princesa Isabel e os estudantes de Coimbra visitaram-na.
- Porto Moniz
Situado na estrada 23.
Freguesia e concelho do noroeste, com um cais e um porto razoável que oferece boas condições de desembarque quando os ventos do sul impedem o acesso à Costa Sul. Tem uma das mais antigas capelas dedicadas a Santa Maria Madalena no norte da Madeira, cuja festa se celebra a 22 de julho. Foi a terra natal do Dr. Manuel Gomes Jardim.
- Ribeira Brava
Ponto de partida da estrada nacional 26.
A Ribeira Brava é uma das freguesias mais antigas da Madeira. Deve o nome à sua ribeira impetuosa e possui vila, porto e cais. O Elucidário aborda a sua igreja colegiada e as respetivas pinturas, o convento franciscano e as capelas, bem como a festa de São Pedro, com barco e dança das espadas. Regista também tumultos contra o sistema métrico e as mortes causadas por disparos das tropas sobre a população durante as eleições de 1884.
- Ribeiro Frio
Santana. Ponto de passagem da estrada 24 e terminus de uma nova estrada.
O Ribeiro Frio é uma localidade do interior, a 750 m de altitude e a cerca de 15 km do Funchal, conhecida pela paisagem, pelos bosques de loureiros e urzes e pelas plantas raras, incluindo o azevinho e a Euphorbia mellifera. O seu ribeiro é afluente da Ribeira do Faial e alimenta a Levada do Furado e a levada do Estado que irriga o Porto da Cruz. Situa-se na estrada n.º 24 e dispõe de um posto pluviométrico.
+ 2 mais
Pessoas
Pessoas mencionadas · 01- Joaquim Maria Fragosom. 1923
Autor de um artigo sobre os transportes rodoviários na Madeira, citado como fonte.