Ano1849
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1849
José Silvestre Ribeiro obteve um subsídio anual de seis contos de réis para as obras das levadas na Madeira.
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1849
Uma comissão elaborou uma lista dos padrões de pesos e medidas em uso na Madeira.
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1849
Foi publicado o primeiro volume da obra póstuma Miscellanea, de António Alfredo.
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1849–1851
O Conde do Tojal exerceu o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
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1849–1852
Os três volumes de Uma Época Administrativa da Madeira e Porto Santo, que documentam a administração de José Silvestre Ribeiro, foram publicados em 1849, 1850 e 1852.
Drumond de Meneses (Servulo)Época Administrativa (Uma) José Silvestre Ribeiro Funchal
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1849
Foi elaborado para o Recolhimento das Órfãs um regimento de oito artigos, que nunca entrou em vigor.
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1849–1850
Joaquim Nunes de Aguiar exerceu funções de engenheiro da Câmara Municipal do Funchal.
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1849–1879
A gramática portuguesa para o ensino primário de Francisco de Andrade teve cinco edições.
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1849
João Maria Moniz entrou como praticante na repartição da Fazenda do Funchal.
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1849
Álvaro Rodrigues de Azevedo concluiu o curso de Direito.
Azevedo (Dr. Alvaro Rodrigues de) Álvaro Rodrigues de Azevedo
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1849
Gerardo José de Nóbrega publicou A Cultura da Cochonilha.
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1849
A rainha Adelaide de Inglaterra enviou a José Silvestre Ribeiro uma peça de prata gravada em sinal de gratidão.
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1849
Uma epidemia de diarreia atingiu o Arco de São Jorge, e o governador civil José Silvestre Ribeiro levou médicos à freguesia.
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30 de janeiro de 1849
Foi publicado o 87.º e último número do primeiro jornal O Madeirense.
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fevereiro de 1849–5 de dezembro de 1849
A ponte do Ribeiro Seco foi concluída e, a 5 de dezembro, o engenheiro Tibério Augusto Blanc comunicou oficialmente a conclusão da obra ao governador civil.
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3 de fevereiro de 1849
Saiu o primeiro número do jornal O Correio da Madeira.
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14 de fevereiro de 1849
Uma ordem autorizou a transferência do Hospital Militar para uma casa na Rua da Rochinha de Baixo, no Funchal.
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17 de fevereiro de 1849
Durante um episódio de leste, Carlos Mac Euen mediu uma humidade relativa de 18 % na Quinta Holloway.
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17 de fevereiro de 1849
O Barão de São Pedro apresentou um projeto de lei para abolir todos os vínculos madeirenses, que não foi aprovado.
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18 de abril de 1849
D. Manuel Martins Manso foi apresentado para bispo do Funchal.
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11 de julho de 1849
O governo foi autorizado a concluir a Levada do Rabaçal.
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22 de agosto de 1849
José Silvestre Ribeiro comunicou que o Funchal era iluminado por 70 candeeiros públicos.
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23 de agosto de 1849–23 de abril de 1850
O Duque de Leuchtenberg chegou ao Funchal a bordo da fragata russa Kamtchatka, desembarcou após a quarentena em 27 de agosto, foi recebido por José Silvestre Ribeiro e residiu na Quinta Lambert até abril de 1850.
Lambert (Quinta)Leuchtenberg (Duque de) Maximiliano, Duque de LeuchtenbergJosé Silvestre Ribeiro FunchalQuinta Lambert
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7 de novembro de 1849
Um decreto extinguiu o concelho do Porto Moniz, cujas freguesias passaram para o da Calheta; o concelho foi restabelecido alguns anos depois.
Achadas da Cruz (Freguesia das)Calheta (Vila e Município da)Funchal – I Origem do nomeMunicípiosOrganização AdministrativaPonta do Pargo (Freguesia da)Porto do Moniz (Muncipio do) Porto MonizCalhetaPonta do PargoAchadas da Cruz
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8 de novembro de 1849
Um ofício definiu a manilha como um orifício com um palmo de circunferência.
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21 de novembro de 1849
A Sociedade Agrícola Madeirense foi solenemente inaugurada na presença do Duque de Leuchtenberg.
Sociedade Agrícola Madeirense Maximiliano, Duque de Leuchtenberg
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20 de dezembro de 1849
Um decreto extinguiu a 9.ª Divisão Militar, ficando a Madeira reduzida a um simples comando militar.
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23 de dezembro de 1849
Estudantes realizaram em Coimbra a primeira reunião para organizar a Sociedade Filantrópica Académica.
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1849–1850
Os carros do Monte surgiram na sua forma atual.