Ano1850
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1850
Foi publicada a obra do Dr. J. A. Mason sobre o clima da Madeira, com o guia de John Driver em apêndice.
Driver (John)Mac Euen (Carlos)Mason (J. A.) J. A. MasonJohn Driver
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1850
Foi publicado no Rio de Janeiro o Diccionario geographico, historico, politico de Paulo Perestrelo da Câmara.
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1850
O governador civil José Silvestre Ribeiro propôs a criação de uma sociedade de socorros mútuos para os artífices.
Associação de Socorros Mútuos 4 de Setembro de 1862 José Silvestre Ribeiro
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1850–1851
O Dr. Osvaldo Heer permaneceu na Madeira do inverno de 1850 à primavera de 1851 e realizou observações fenológicas.
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1850
O governador civil José Silvestre Ribeiro interveio contra o proselitismo protestante de Wilkinson em Machico.
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1850
Foi criada a escola primária masculina de Ponta do Pargo.
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1850
A população de Porto Santo foi registada em 1 799 habitantes.
Porto Santo (Populaçâo, Superficie e Situaçâo Geográfica da ilha do) Porto Santo
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1850
A Winter in Madeira, de John A. Dix, foi publicado em Nova Iorque, e A Sketch of Madeira, de Harcourt, em Londres.
Dix (John)Harcourt (Eduardo Vernon) John A. DixEduardo Vernon Harcourt Nova Iorque
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1850
As Rimas de Francisco Álvares de Nóbrega foram reimpressas no Funchal por Januário Justiniano de Nóbrega.
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1850
Francisco Justino Gonçalves de Andrade formou-se em ciências jurídicas e sociais em São Paulo.
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1850–1851
Roberto White fez observações meteorológicas no Funchal e em Machico.
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1850
José Pereira Sanches de Castro publicou as suas observações sobre o contrato de colonia.
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1850
O cais da Ponta do Sol ficou, ao que parece, concluído.
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1850
O músico Cazella visitou a Madeira e deu concertos.
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1850
Segundo um relato, José Silvestre Ribeiro mandou construir a casa de abrigo do Poiso.
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1850
A fome atingiu o Porto Santo; o governador José Silvestre Ribeiro financiou a aquisição de 75 moios de cereais para os habitantes da ilha.
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1850
O edifício da Escola Lancasteriana foi reparado a expensas do Estado.
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1850
Depois de 1850, tornou-se conhecida a eficácia do enxofre contra o oídio da videira.
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1850
O Duque de Leuchtenberg visitou o Porto Santo a bordo da fragata Palas.
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22 de janeiro de 1850
José Silvestre Ribeiro emitiu outra circular a insistir na elaboração dos anais municipais.
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26 de janeiro de 1850–27 de abril de 1854
Começou a publicar-se o jornal O Amigo do Povo, que teve 178 números.
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15 de fevereiro de 1850
Daniel de Ornelas de Vasconcelos apresentou no parlamento um projeto de lei para abolir todos os morgados, vínculos e capelas na Madeira.
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16 de fevereiro de 1850
Maximiliano Eugénio de Azevedo nasceu no Funchal.
Azevedo (Maximiliano Eugenio de) Maximiliano Eugénio de Azevedo Funchal
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18 de fevereiro de 1850
Foi fundada a Filarmónica dos Artistas Funchalenses.
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23 de fevereiro de 1850
Roberto White registou 25° à sombra durante o vento leste.
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11 de março de 1850
O Dr. António Alves da Silva foi nomeado por decreto professor da Escola Médico-Cirúrgica do Funchal.
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16 de março de 1850
João Nunes Diabinho nasceu no Funchal.
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1 de abril de 1850–4 de abril de 1850
Realizou-se no palácio do Governo Civil, no Funchal, uma exposição da indústria madeirense, incluindo bordados, na qual foram atribuídas 17 medalhas de prata.
BordadosExposiçõesMedalhas de Exposições José Silvestre Ribeiro Palácio do Governo CivilFunchal
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4 de abril de 1850
Começou a organização do gabinete de história natural no Palácio de São Lourenço.
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12 de abril de 1850
O 1.º Duque de Palmela morreu na sua casa no Rato, em Lisboa.
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23 de abril de 1850
O Duque de Leuchtenberg partiu da Madeira para a Rússia.
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15 de maio de 1850
Ramon Masferrer y Arquimbau nasceu em Vic.
Arquimbau (Ramon Masferrer y) Ramon Masferrer y Arquimbau Vic
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28 de maio de 1850
A Santa Sé confirmou D. Manuel Martins Manso como bispo do Funchal.
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29 de junho de 1850–30 de junho de 1850
Realizou-se na Praça Académica, no Funchal, uma grande feira organizada por José Silvestre Ribeiro, visitada por cerca de quinze mil pessoas.
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27 de julho de 1850
O governador civil José Silvestre Ribeiro recomendou a construção de um miradouro nas Macelas, em Machico, que foi construído pouco depois.
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7 de agosto de 1850–6 de março de 1851
O poeta Bulhão Pato esteve na Madeira.
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19 de agosto de 1850–26 de outubro de 1850
José Silvestre Ribeiro recomendou às câmaras municipais que construíssem cemitérios.
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30 de agosto de 1850
Os estatutos da Sociedade Agrícola Madeirense foram aprovados por carta régia.
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outubro de 1850
O Dr. P. Garnier visitou a Madeira.
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outubro de 1850–junho de 1851
O naturalista alemão Albers esteve na Madeira.
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8 de outubro de 1850
D. Manuel Martins Manso recebeu a sagração episcopal.
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5 de novembro de 1850
Foi concluída a perfuração do túnel da levada das Estrebarias.
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16 de novembro de 1850–13 de junho de 1858
D. Manuel Martins Manso governou a diocese do Funchal como seu 24.º bispo.
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5 de dezembro de 1850
Uma embarcação com destino ao Porto Santo naufragou ao desembarcar, causando a morte de 15 das 27 pessoas a bordo e levando à regulamentação da travessia.
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7 de dezembro de 1850
Foi publicado o primeiro número do jornal O Archivista.
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1850–1851
A escada de madeira para passageiros no cais da Pontinha foi substituída por uma escada talhada na rocha.
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1850–1860
Por volta de meados do século XIX, as doenças da vinha destruíram quase por completo a viticultura madeirense.
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c. 1850
O comércio e a exportação de urzela da Madeira terminaram por volta de meados do século XIX.
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c. 1850
João José Rodrigues Leitão fixou-se no Funchal.
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c. 1850
A Praça do Ribeiro Seco foi construída pouco depois de 1850.
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c. 1850
A indústria da cestaria de vime terá começado na freguesia da Camacha.
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c. 1850
A capela das Virtudes, em São Martinho, foi reconstruída.
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c. 1850
James Yate Johnson veio para a Madeira em busca de alívio para uma doença pulmonar.