Saltar para o conteúdo
Elucidário Madeirense Início
Arco de São Jorge (Freguesia do) 1Origem e igreja paroquial
Artigo Nº 0266 Freguesia Vol. I · pp. 157–162 11 min de leitura

Arco de São Jorge (Freguesia do)

Entrada sobre a pequena freguesia do Arco de São Jorge, na costa norte, entre São Jorge e Boaventura, criada em 1676. Aborda a história da sua igreja, a fertilidade e o clima, o notável deslizamento de terras de 1689 que formou a Quebrada e os naturais ilustres.

Arco de São Jorge (Freguesia do)

1Origem e igreja paroquial

Acha-se esta pequena paróquia situada entre as freguesias de São Jorge e da Boaventura, distando da igreja paroquial da primeira cerca de seis quilómetros e aproximadamente dois da igreja paroquial da segunda.

A configuração dos montes que a circundam dá suficiente explicação do nome que ela conserva. Tendo pertencido á freguesia de São Jorge desde que esta foi criada em 1517, até que dela se desmembrou em 1676, tomou muito naturalmente a denominação do Arco de São Jorge, que é muito anterior á época da sua criação.

Um dos primitivos colonizadores da Madeira foi Pedro Gomes Galdo, que teve largas terras de sesmaria em S. Jorge e Boaventura, sendo de presumir que nelas estivessem incluídos os terrenos que depois constituíram a freguesia do Arco de São Jorge. Não podemos saber quando o Arco começou a ser povoado e quando teve princípio o arroteamento das suas terras, mas parece-nos que seria pelos fins do século XV ou no primeiro quartel do século XVI, e muito antes da criação da freguesia de São Jorge.

No lugar que hoje corresponde ao sítio dos Casais, erguia-se uma pequena ermida que tinha a invocação de Nossa Senhora da Piedade, ignorando-se o ano da sua fundação, mas presumimos que deve remontar ao terceiro ou ultimo quartel do século XVI. Teve seu capelão privativo, que ali exercia as funções religiosas sob a dependência do vigário de S. Jorge. Foi esta capela que serviu de sede á nova paróquia, criada pelo prelado diocesano D. Antonio Teles da Silva, em virtude da autorização concedida pelo alvará régio de D. Pedro II. de 28 de Dezembro de 1676.

Já muito anteriormente á criação da paróquia se encontrava a capela de N. S. da Piedade em lamentável estado de conservação e ameaçando próxima ruína, e dez anos apenas depois de nela se ter instalado a sede da freguesia, determinou o bispo D. Estevão Brioso de Figueiredo, que pessoalmente a visitou, que se requeresse a imediata construção dum novo templo, em virtude das acanhadas dimensões da pequena ermida, e considerando-a imprópria para servir a igreja paroquial. Meio século mais tarde, por mandado do Conselho de Fazenda de 18 de Janeiro de 1740, é que se mandou proceder á construção da nova igreja, que foi benzida a 19 de Março de 1744 pelo vigário de então, o padre Manuel da Costa.

Temos noticia de que os padres João Batista e José de Andrade foram capelães da ermida de N. S. da Piedade antes da criação da freguesia, sendo o ultimo sacerdote o primeiro que ali exerceu as funções de pároco. Sucederam-lhe, como curas de almas, os padres Francisco da Costa, Francisco Manuel Pereira, Bartolomeu Marques Caldeira, Joaquim Baptista Catanho, Bernardo Ribeiro etc.

2Agricultura, clima e epidemias

Esta pequena freguesia é talvez a mais fértil de todo o norte da ilha. Produz todos os géneros agrícolas, e os seus terrenos são em especial muito apropriados para o cultivo da cana de açúcar. Seria, porém, maior a sua produção se não lhe escasseassem as águas de regadio estando uma parte considerável das suas terras apenas cultivada com cereais e hortaliças, e ainda assim abandonada á contingência das chuvas. Para obstar a estes inconvenientes, torna-se indispensável a construção duma levada que, encadeando no sítio da Falca da freguesia de Boaventura, sirva para a irrigação de muitos terrenos nesta paróquia e também no Arco de São Jorge. Os estudos e respectivos projectos foram feitos há mais de trinta anos, sendo então as obras orçadas em cerca de trinta contos de reis. Na sessão legislativa de 1890 advogou o deputado cónego Feliciano João Teixeira, no seio da representação nacional, a ideia da realização daquele importante melhoramento, mas os respectivos trabalhos não chegaram nunca a ser iniciados, ficando apenas em projecto a construção da referida levada.

A fertilidade do solo desta paróquia corre a par da sua salubridade e da benignidade do seu clima. É pequena a percentagem da mortalidade, e epidemias tem havido nesta ilha, como a da cólera em 1856, que ali não têm entrado. O clima é dos mais suaves e temperados de toda a costa norte; montes elevados põem a povoação ao abrigo dos ventos ásperos e cortantes do inverno, o que contudo não exclue a possibilidade de aparecerem nesta freguesia as doenças vulgares e até as moléstias epidémicas, como acontece em toda a parte. Assim sabemos que em 1768 grassou ali uma doença de caracter epidémico, que causou bastantes vitimas, tendo o cirurgião da freguesia da Boaventura, Antonio Rodrigues Seabra, prestado por essa ocasião relevantes serviços, e acudindo a fabrica da igreja paroquial com importantes donativos para debelar a epidemia. Também em 1849 se manifestou nesta freguesia uma moléstia, então classificada de diarreia, que vitimou muitas pessoas, sendo inúmeros os indivíduos atacados. Ali foi pessoalmente o então governador civil do distrito, o benemérito conselheiro José Silvestre Ribeiro, que se fez acompanhar de dois médicos e dos indispensáveis recursos para acudir ao tratamento dos doentes, tendo-se extinto a doença dentro de pouco tempo. ( V. Epocha Administrativa, vol. 2.°, a pag. 506 e seg.).

3A Quebrada

Os principais sítios desta freguesia são Igreja, Casais, Lagoa, Poços, Arco Pequeno e Quebrada. Este ultimo deve o seu nome á grande quebrada que ha mais de dois séculos ali caiu, desagregando-se muitos terrenos, principalmente do Arco Pequeno, que deram lugar á formação daquele sítio. O caso é vulgar na Madeira, e a freguesia do Jardim do Mar, uma parte da do Paul e o sítio do Lugar de Baixo e ainda outros, formaram-se de maneira idêntica a esta. Na Quebrada do Arco de S. Jorge deu-se, porém, uma circunstancia muito singular, que merece menção especial e á qual temos encontrado várias referências, como nas Noticias Mineralogicas da Ilha da Madeira do Dr. Pereira Drumond, publicadas em 1818 no Investigador Portuguez e em outros autores nacionais e estrangeiros, referências que perfeitamente se casam com a tradição local, que conserva ainda intacta a noticia do acontecimento. Acerca deste extraordinário sucesso, encontram-se interessantes pormenores numa carta descoberta em 1848 na Biblioteca Publica de Lisboa pelo general Antonio Pedro de Azevedo, e de que há anos foi publicado num jornal do Funchal o curioso extracto que em seguida reproduzimos. (V. Verdade, n.° 944): “ Dou a V. M.Ce esta nova por ser caso maravilhoso, que detraz da ilha, no Arco de S. Jorge, que a maior parte delle he huma fazenda do meu morgado, ha muitos anos que estava a terra aberta com huma grande greta; e sendo a terra muito apique, com a grande invernada deste anno, dia de paschoa pela meia noite correo a terra em grande quantidade pelo mar dentro obra de meia legoa, levando diante de si os penedos e baixas com tanta quietação, que as casas, arvores, latadas ficaram em ser, e em huma dois toneis de vinho no canteiro sem virarem, e hum cortiço de abelhas sobre uma huma laje sem cair, e uma galinha que estava no choco com ovos, amarrada ao pé duma figueira, tudo se achou lá sem mudança nem desmanchamento da terra, e formou uma ilha no mar obra de vinte moios de semeadura, que está continuando-se com esta: fez praia com dois bellos portos de que necessitava naquella parte, que por ser baixio se não embarcava nada, e ficou donde correo uma fundura em cima com uma rocha talhada e para baixo fajã de terra nova excellente até se juntar com a que está no mar sendo dantes rocha muito alta donde partia com o mar; e correo sem estrondo e sem ser sentido, mais que um homem que vendo-a de noite ir correndo lhe deu um accidente; isto como um barco que se botava ao mar correndo sobre paraes, e a maravilha he ter dias antes, na largura da terra que correo, nada encheo nem vazou a maré tres dias, e estava o mar como morto e para huma e outra banda vasava e enchia, com as ondas costumadas no mar do norte.”

Isto deu-se no ano de 1689, e se ocorreu no domingo de páscoa, como na carta se afirma, deve ter sido no dia 20 de Abril do mesmo ano.

4Filhos notáveis e instrução

O filho mais distinto desta freguesia foi Antonio Gil Gomes, de quem mais largamente nos ocuparemos no lugar respectivo. Também é dali natural Antonio Januario Moderno, que nasceu a 25 de Fevereiro de 1789 e era filho do capitão João Rodrigues Moderno e de D. Antonia da Incarnação Moderno. Foi provedor de Machico, que então abrangia o concelho de Sant'Ana, e exerceu outros cargos públicos. Era homem de celebrada fama em toda a ilha no seu tempo, não só pela maneira bizarra e hospitaleira como recebia na sua casa do Arco, mas sobretudo pela hercúlea força muscular de que era dotado, tornando-se temido e respeitado pelas muitas e notáveis proezas e valentias que praticou. Em Londres, onde esteve como emigrado político, também se tornou conhecido entre os seus compatriotas pela sua coragem e valentia do seu braço. Morreu no Funchal a 11 de Outubro de 1864. Era seu filho o Dr. Antonio Januario Moderno, formado em medicina por uma universidade estrangeira e que exerceu a clinica com grande êxito e proficiência nos Estados Unidos da América, onde adquiriu uma grande fortuna. Também era natural da freguesia do Arco de S. Jorge. Passou quási toda a sua existência fora da Madeira, mas faleceu nesta cidade há cerca de trinta anos, pouco depois de ter regressado á sua terra natal. Granjeara foros de homem de excepcional talento e de medico abalizado. Faleceu no Funchal, tendo 67 anos de idade, a 11 de Fevereiro de 1885.

Nasceu na freguesia da Boaventura em 1791, mas residiu no Arco de S. Jorge, onde morreu em 1884, mais de quarenta anos consecutivos, o distinto sacerdote Antonio Alexandrino de Vasconcelos, que foi vigário geral do bispado e exerceu outros cargos importantes, tendo em 1834 acompanhado o prelado D. Francisco José Rodrigues de Andrade, quando este se viu forçado a exilar-se, tomando o caminho da Itália. Era um eclesiástico de notável inteligência e ilustração, sendo considerado uma grande autoridade nos diversos ramos da liturgia católica.

O orago desta freguesia foi Nossa Senhora da Piedade até o ano de 1744, passando então a ser S. José, quando se construiu a nova igreja. Pelos Breves Pontificios de 24 e 26 de Agosto de 1784 foi considerado altar privilegiado o da capela-mor, e concedida uma indulgência plenaria para ser lucrada no dia da festa de S. José. Encontramos algures a curiosa informação de que o morgado Francisco Aurelio da Câmara Leme deixou imposta na tersa dos seus bens a pensão perpetua de se dar o azeite necessário para alumiar o Santissimo Sacramento na igreja do Arco de São Jorge, e que seu filho e herdeiro, o morgado Francisco Antonio da Câmara Leme, ratificara e assumira o encargo dessa pensão, por escritura publica feita a 18 de Fevereiro de 1766, incidindo tal encargo “na quinta diante de Santo Amaro”.

Das paróquias rurais desta ilha, fora das sedes dos concelhos, era ainda ha poucos anos o Arco de S. Jorge a que dava menor percentagem ao analfabetismo, que, como se sabe, está tão profunda e lamentavelmente arreigado entre nós. Deve-se essa circunstancia ao zelo com que alguns párocos ministraram ali o ensino primário, merecendo referência especial o padre Isilio Joaquim Vares, no segundo quartel do século passado, e, posteriormente, os padres Emilio Marques da Silva, Francisco Manuel de Sousa, Francisco Antonio de Abreu e Casimiro Augusto de Freitas. A 16 de Janeiro de 1886 criou a Câmara Municipal de Sant'Ana uma escola oficial do sexo masculino no Arco de São Jorge, que ali tem prestado serviços apreciáveis. Esta escola foi anos depois convertida em escola mixta.

Pertence esta freguesia ao concelho de Sant'Ana e comarca de São Vicente, de cujas sedes dista aproximadamente doze quilómetros e meio, ficando distante do Funchal cerca de quarenta e um quilómetros pela estrada do Poiso, e trinta e sete pelo Curral das Freiras e Boaventura. A sua população e de 167 habitantes. Não queremos deixar de dizer que nesta freguesia nasceu o celebre trovador popular Manuel Gonçalves, conhecido pelo nome de Manuel Feiticeiro e falecido há poucos anos, que percorreu toda a ilha a cantar as suas ingénuas composições poéticas, tanto do agrado das multidões que enlevadas o escutavam avidamente e lhe compravam as dezenas de folhetos com que reuniu e fez imprimir as suas inúmeras e incorrectas canções.

Neste artigo

Tempo

Anos mencionados · 15
  1. Foi criada a freguesia de São Jorge, que incluía o Arco, provavelmente com a nomeação de um capelão.

  2. Na sequência da resolução do príncipe regente de outubro de 1676, cartas régias de D. Pedro II, datadas de 28 de dezembro de 1676, criaram várias freguesias e curadorias, incluindo as do Paul do Mar, Prazeres, Santa Luzia, Camacha, Serra de Água, Arco de São Jorge, Achadas da Cruz, Estreito e Arco da Calheta; foram extintos benefícios da colegiada de Câmara de Lobos para financiar algumas delas.

  3. Na noite de Páscoa, um grande deslizamento de terras no Arco de São Jorge, com cerca de meia légua de extensão, levou terras para o mar e formou a Quebrada.

  4. O Conselho da Fazenda ordenou a construção de uma nova igreja paroquial no Arco de São Jorge.

  5. Foi benzida a nova igreja paroquial do Arco de São Jorge, dedicada a São José.

  6. Um legado de azeite para a igreja do Arco de São Jorge foi ratificado por escritura.

  7. Uma epidemia causou muitas mortes na freguesia do Arco de São Jorge.

  8. Breves pontifícios concederam um altar privilegiado e uma indulgência plenária à igreja do Arco de São Jorge.

  9. Foram publicadas as Noticias Mineralogicas de João Pedro de Freitas Pereira Drumond, que mencionam o deslizamento de terras do Arco de São Jorge.

  10. O bispo Francisco José Rodrigues de Andrade deixou a Madeira para se exilar em Itália, acompanhado por António Joaquim Gonçalves de Andrade e António Alexandrino de Vasconcelos.

  11. Foi encontrada em Lisboa uma carta que descrevia o deslizamento de terras do Arco de São Jorge.

  12. Uma epidemia de diarreia atingiu o Arco de São Jorge, e o governador civil José Silvestre Ribeiro levou médicos à freguesia.

  13. Uma epidemia de cólera, trazida pelo Regimento de Infantaria n.º 1, assolou a Madeira de julho a outubro de 1856, causando, segundo a tradição, cerca de dez mil mortes e deixando muitos órfãos. Álvaro Rodrigues de Azevedo, Luiz Albino Gonçalves e outros prestaram serviço durante a epidemia.

  14. A Câmara Municipal de Santana criou uma escola para rapazes na freguesia do Arco de São Jorge.

  15. O cónego Feliciano João Teixeira defendeu no Parlamento a construção da Levada da Ribeira do Porco.

Lugar

Lugares mencionados · 25

No estrangeiro

Mapa: Madeira (25)
  1. Arco de São Jorge

    Santana. Freguesia a que se refere a entrada.

  2. Arco Pequeno

    Santana. Localidade cujas terras deslizaram, dando origem à Quebrada.

  3. Biblioteca Pública de Lisboa

    Portugal. Local onde foi descoberta a carta sobre a derrocada.

  4. Boaventura

    São Vicente. Freguesia vizinha.

  5. Capela de Nossa Senhora da Piedade

    Machico. Capela que serviu de primeira sede da freguesia.

  6. Casais

    Santana. Sítio onde se situava a primitiva Capela de Nossa Senhora da Piedade.

  7. Curral das Freiras

    Câmara de Lobos. Percurso alternativo para o Funchal.

  8. Estados Unidos da América

    United States of America. País onde o Dr. Moderno exerceu medicina.

  9. Falca

    São Vicente. Local proposto para a captação de água de uma levada.

  10. Funchal

    Local onde morreram os Modernos; referência para a distância.

  11. Igreja

    Santana. Um dos principais sítios da freguesia.

  12. Itália

    Italy. País onde o bispo se exilou em 1834.

+ 13 mais

Pessoas

Pessoas mencionadas · 32
  1. Mãe de António Januário Moderno.

  2. Vigário-geral e liturgista que viveu na freguesia durante mais de quarenta anos e acompanhou o bispo no exílio em 1834.

  3. O mais ilustre natural da freguesia, tratado em entrada própria.

  4. Provedor de Machico natural da freguesia, conhecido pela hospitalidade e pela grande força física; esteve exilado por motivos políticos em Londres.

  5. Médico natural da freguesia que fez fortuna nos Estados Unidos e morreu no Funchal aos 67 anos.

  6. Filho e herdeiro que ratificou o legado de azeite em 1766.

  7. General que encontrou em 1848 a carta que descreve o deslizamento de terras de 1689.

  8. Cirurgião de Boaventura que prestou serviço na freguesia durante a epidemia de 1768.

  9. Um dos primeiros curas da freguesia.

  10. Um dos primeiros curas da freguesia.

+ 22 mais
  1. Padre que lecionou o ensino primário na freguesia.

  2. Bispo que visitou a capela e ordenou que se procurasse local para uma nova igreja.

  3. Bispo do Funchal que criou a freguesia em 1676.

  4. Rei de Portugal cuja carta de 1676 autorizou a criação da freguesia.

  5. Padre que lecionou o ensino primário na freguesia.

  6. Cónego e deputado que defendeu no Parlamento, em 1890, uma levada para irrigar a freguesia.

  7. Padre que ensinou as primeiras letras na freguesia.

  8. Morgado que legou um fornecimento perpétuo de azeite para a lâmpada do Santíssimo da igreja paroquial.

  9. Bispo do Funchal que se exilou em Itália em 1834.

  10. Padre que ensinou as primeiras letras na freguesia.

  11. Um dos primeiros curas da freguesia.

  12. Um dos primeiros curas da freguesia.

  13. Pároco conhecido por ter ministrado o ensino primário na freguesia.

  14. Capelão da Capela de Nossa Senhora da Piedade antes da criação da freguesia.

  15. Autor das Noticias Mineralogicas, de 1818, em que é mencionada a derrocada da Quebrada.

  16. Pai de António Januário Moderno.

  17. Um dos primeiros curas da freguesia.

  18. Capelão e primeiro pároco do Arco de São Jorge.

  19. Governador civil que levou pessoalmente médicos para combater o surto de diarreia de 1849.

  20. Vigário que benzeu a nova igreja em 1744.

  21. Manuel Gonçalvesc. 1867–1916

    Trovador popular conhecido por «Manuel Feiticeiro», nascido na freguesia, que vendeu folhetos de cantigas impressos por toda a ilha.

  22. Um dos primeiros povoadores, recebeu extensas doações de terras em São Jorge e Boaventura, provavelmente também no Arco de São Jorge.

Na folha A

Vistos recentemente

    As páginas que ler aparecerão aqui.