Ano1916
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1916
João da Rocha publicou Lenda Infantista, sobre a descoberta do arquipélago.
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1916–1918
Período da defesa marítima do Funchal durante a Primeira Guerra Mundial, posteriormente comemorado por uma medalha.
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1916
Foi fundada a Associação de Foot-ball do Funchal.
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1916–1917
Realizou-se o primeiro Campeonato da Madeira de Futebol, vencido pelo Marítimo.
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1916–1918
Milhares de árvores foram abatidas na Madeira para servir de combustível aos vapores de cabotagem, devido à forte subida do preço do carvão durante a guerra.
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1916
João Paulo da Veiga Pestana foi mobilizado após a entrada de Portugal na Grande Guerra.
Veiga Pestana (Alferes João Paulo da) João Paulo da Veiga Pestana
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1916
A produção de açúcar madeirense atingiu 4 943 675 kg.
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1916
A bateria da Quinta Vigia foi construída no Funchal para defesa contra submarinos.
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1916
O bispo colocou a Capela de Nossa Senhora da Ajuda sob interdito depois de lhe ter sido recusada uma visita; o interdito foi levantado meses depois.
Nossa Senhora da Ajuda. (Capela de) D. António Manuel Pereira Ribeiro
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1916
Foram publicados em Lisboa a tese de António Feliciano Rodrigues sobre o tétano crónico e Sonetos, de Arsénio Teixeira Jardim.
Rodrigues (Dr. António Feliciano)Teixeira Jardim (Dr. Arsénio) Arsénio Teixeira Jardim Lisboa
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1916
A Junta Geral construiu cais no Porto Moniz e no desembarcadouro do Pesqueiro.
Cais do PesqueiroCais do Porto do MonizPorto do Moniz (Porto do) Porto MonizPesqueiro
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1916
Jacinto do Carmo Sá Penela publicou O Incendio da Escola Naval.
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1916
Foi publicada uma coletânea de artigos da imprensa sobre três projetos de lei, incluindo o relativo ao contrato de colonia.
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1916
Foi criada no Funchal a associação de socorros mútuos «Pedro Álvares Cabral».
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1916–1917
Manuel de Sousa Brasão prestou serviço em Moçambique.
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1916
Foi aberta a estrada de Câmara de Lobos à Encumeada de São Vicente, passando pela Ribeira Brava, tornando-a acessível de automóvel.
Cumiada de S. VicenteMadeira (ilha da) Ribeira BravaCâmara de Lôbos
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1916–1917
A instituição de beneficência Assembleia dos Únicos do Funchal gastou 1 090 220 réis no exercício financeiro.
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1916
A primeira edição do livro de versos Lágrimas, de Vitorino José dos Santos, foi publicada no Funchal.
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1916
Berlese e Paoli publicaram a sua descrição de Prospaltella em Redia, vol. XI.
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1916
Foram demolidos os últimos vestígios manuelinos da Alfândega de Machico.
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janeiro de 1916
A Câmara Municipal do Funchal solicitou ao Governo os objetos históricos do Convento de Santa Clara para o museu.
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2 de janeiro de 1916
Frederico Pinto Coelho morreu no Funchal.
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22 de janeiro de 1916
Foi publicado o último número de Parochia de Santo Antonio do Funchal.
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11 de fevereiro de 1916
Deputados madeirenses apresentaram projetos de lei para vender as levadas e reformar o contrato de colonia; debatidos na imprensa funchalense, foram rejeitados devido à oposição na Madeira.
Levadas Carlos Olavo Correia de AzevedoAmérico Olavo Correia de AzevedoManuel da Costa Dias
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11 de fevereiro de 1916
Foi apresentado ao Parlamento um projeto de lei que concedia autonomia à Junta Agrícola, mas não foi aprovado.
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24 de fevereiro de 1916
Um decreto autorizou a apreensão de navios inimigos nos portos portugueses.
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março de 1916–maio de 1916
António Pereira Reis exerceu o cargo de Ministro do Interior depois de a Alemanha ter declarado guerra a Portugal.
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2 de março de 1916
As autoridades portuguesas ocuparam quatro vapores alemães na baía do Funchal.
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abril de 1916
A escuna funchalense Senhora da Conceição foi afundada ao largo de França.
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23 de junho de 1916
Uma lei reduziu as câmaras municipais a 24, 16 e 12 vereadores, mantendo inalteradas as competências dos tribunais administrativos.
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18 de agosto de 1916
O Comendador Manuel Gonçalves morreu na freguesia do Monte.
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27 de agosto de 1916
Foi publicado o único número do jornal O Chicote.
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2 de setembro de 1916
O Brado d'Oeste publicou um extenso artigo sobre a capela dos Reis Magos, no Lombo dos Reis, Estreito da Calheta, e o respetivo morgadio.
Estreito da Calheta (Freguesia do)Reis Magos (Capela dos) Capela dos Reis Magos (Estreito da Calheta)
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15 de setembro de 1916
O Diário da Madeira reproduziu o relato de Mário de Almeida sobre os últimos dias da princesa D. Maria Amélia.
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30 de setembro de 1916
Antero Drumond de Meneses morreu em Lisboa.
Drumond de Meneses (Antero) Antero Drumond de Meneses Lisboa
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18 de outubro de 1916
Miss Mary Jane Wilson morreu em Câmara de Lobos.
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29 de novembro de 1916
A Câmara Municipal do Funchal rescindiu o contrato das obras de abastecimento de água devido ao aumento do custo dos materiais provocado pela guerra.
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3 de dezembro de 1916
O submarino alemão U-38 torpedeou três navios no porto do Funchal, entre eles a canhoneira francesa Surprise (morreram 33 tripulantes e 7 portugueses), e bombardeou a cidade, causando pânico generalizado. As vítimas foram mais tarde homenageadas num monumento da autoria de Francisco Franco.
Bombardeamento do FunchalDatas HistóricasFranco de Sousa (Francisco)Guerra (Grande)Saque dos FrancesesSurpriseTúmulo-Monumento FunchalPorto do FunchalCemitério das Angústias
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3 de dezembro de 1916
Surgiu um terceiro jornal intitulado O Imparcial, do qual saíram apenas alguns números.
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30 de dezembro de 1916
O decreto n.º 2922 instituiu a hora oficial.
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31 de dezembro de 1916
Começou a ser publicado um segundo jornal intitulado O Progresso.