D. Sebastião
rei de Portugal
Rei de Portugal em cujo nome foram emitidos os alvarás das levadas de 1562–1563 e em cujo reinado se iniciou a construção das muralhas do Funchal. Fundou o colégio dos Jesuítas no Funchal em 1569 e criou o condado da Calheta em 1576.
1Mencionado em
- Levadas — Rei de Portugal em cujo nome os regentes emitiram as cartas relativas às levadas de 1562–1563.
- Cortina da Cidade — Rei de Portugal em cujo reinado se iniciou a construção das muralhas da cidade e que promulgou um regulamento para as fortificações da Madeira.
- Camara (Padre Luiz Gonçalves da) — Rei de Portugal de quem Câmara foi preceptor.
- Câmara (João Gonçalves da) — Rei de Portugal a quem serviram dois filhos do biografado.
- São Lourenço (Fortaleza de) — Rei de Portugal em cujo reinado a fortaleza já estava construída.
- Gamboa — Rei de Portugal em cujo reinado António Garcia Gamboa exerceu o cargo de sargento-mor da Madeira.
- Jesuítas — Rei de Portugal que fundou o colégio dos jesuítas no Funchal por alvará de 20 de agosto de 1569.
- Santo António (Freguesia de) — Rei cujo decreto de 1574 aumentou a côngrua do pároco.
- Lemos (D. Jorge de) — Rei de Portugal a quem Jorge de Lemos serviu como esmoler-mor depois de 1563.
- Cana Sacarina — Rei de Portugal em cujo nome foi emitido o alvará de 1562 relativo às levadas.
- Câmara (Martim Gonçalves da) — Rei de Portugal sobre quem Câmara exerceu grande influência até cair em desgraça.
- Calheta (Condes da) — Rei de Portugal que criou o Condado da Calheta em 1576.
- Alfândega do Porto Santo — Rei de Portugal que promulgou um regimento para as vigias em 1567 e uma carta régia em 1569.
- Vigário Geral — Rei de Portugal cuja carta régia de 30 de agosto de 1570 autorizou a criação do cargo de vigário-geral no Funchal.
- Camara (Simão Gonçalves da) — Rei de Portugal que o biografado acompanhou a África em 1574.
- Seminário — Rei de Portugal que criou o Seminário do Funchal por alvará régio de 20 de setembro de 1566.
- Milicia — Rei que promulgou o regulamento de 1567 para os postos de vigia.
- Aljube — Rei de Portugal que criou o cargo de carcereiro do Aljube do Funchal em 1562.
- Câmara de Lôbos (Freguesia de) — D. Sebastião, rei de Portugal, cuja carta régia de 1576 autorizou a criação de uma vigararia na igreja paroquial.
- São Pedro (Freguesia de) — Rei de Portugal cuja carta de 1566 criou a freguesia de São Pedro.
- Henriques (Padre Leão) — Rei de Portugal cujo preceptor era parente de Leão Henriques.
- Santa Cruz (Freguesia de) — Rei que confirmou o senhorio dos Freitas em 1574.
- Portas da Cidade — Rei de Portugal cujo regimento para as obras de fortificação do Funchal previa duas portas voltadas para o mar.
- Dias (Baltazar) — Rei de Portugal em cujo reinado se diz que Dias se destacou e morreu.
- Câmara (João Gonçalves da) — Rei de Portugal que o biografado acompanhou na sua primeira expedição a África e que confirmou as rendas dos donatários em 1576.
- Fortaleza de S. Lourenço — Rei de Portugal em cujo reinado a fortaleza voltou a ser modificada.
- Gaula (Freguesia de) — D. Sebastião, rei de Portugal cujo alvará de 1572 aumentou a côngrua do pároco de Gaula.
- Távora (D. Fernando de) — Rei de Portugal que estimava D. Fernando de Távora, o nomeou bispo do Funchal em 1569 e, mais tarde, seu esmoler.
- Pico (Castelo de S. João do) — Rei de Portugal cuja ordenança já indicava o Pico como ponto de fecho das muralhas defensivas do Funchal.
- Espírito Santo (Fr. João do) — Rei de Portugal desaparecido em África, cujo desaparecimento deu início à crise sucessória aqui referida.
- Vigias — Rei de Portugal que deu às vigias o seu regulamento em 1567 e tornou o serviço obrigatório para todos em 1569.
2Cronologia
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D. Sebastião criou por alvará o cargo de carcereiro do Aljube do Funchal.
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O bispo Jorge de Lemos deixou a Madeira e partiu para Portugal, onde se tornou esmoler-mor de D. Sebastião.
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Uma carta de D. Sebastião criou a freguesia de São Pedro, no Funchal, com sede na Capela de São Paulo, pondo fim ao serviço dos franciscanos nesse local (20 de julho, segundo o índice da Provedoria).
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D. Sebastião criou o Seminário do Funchal por alvará régio.
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D. Sebastião promulgou um regimento para as vigias costeiras do arquipélago.
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Uma carta régia de D. Sebastião determinou que ninguém estava isento do serviço de vigia.
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D. Sebastião fundou o Colégio dos Jesuítas do Funchal por alvará régio.
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Por nomeação de D. Sebastião, Fernando de Távora foi designado bispo do Funchal pelo papa, que aceitou a renúncia de Jorge de Lemos.
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Um alvará de D. Sebastião elevou a côngrua do pároco da Gaula para 20 000 réis.
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Simão Gonçalves da Câmara acompanhou D. Sebastião na sua primeira expedição a África.
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D. Sebastião aumentou a côngrua do pároco de Santo António quando a freguesia atingiu 120 fogos.
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Uma carta régia de D. Sebastião concedeu a Simão Gonçalves da Câmara, quinto capitão-donatário do Funchal, o título de Conde da Calheta, o primeiro título nobiliárquico conhecido na Madeira.
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D. Sebastião autorizou o Bispo D. Jerónimo Barreto a criar uma cura na igreja paroquial de Câmara de Lobos.
3Lugares mencionados
No estrangeiro