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Elucidário Madeirense Início
Artigo Nº 0152 Outro edifício Funchal Vol. I · p. 89 1 min de leitura

Aljube

O Aljube era a prisão eclesiástica do Funchal, existente desde cerca de 1562 e ainda em uso em 1834, onde muitos sacerdotes estiveram detidos durante as lutas entre miguelistas e liberais.

Aljube

No estrangeiro

Mapa: Madeira (7)

Quando os eclesiásticos tinham seu foro privativo, tinham também suas prisões ou cárcere especial, a que se dava o nome de Aljube. O antigo Aljube do Funchal ficava no espaço compreendido entre a Travessa da Sacristia, rua de João Gago e rua do Aljube. O lugar de aljubeiro ou carcereiro do Aljube desta cidade foi criado por D. Sebastião por alvará de 6 de Julho de 1562. Desta época, ou pouco anterior a ela se deve contar a criação do Aljube, que existiu já em 1834. Durante as lutas políticas entre miguelistas e constitucionais e por ocasião das alçadas que então vieram a esta ilha, estiveram muitos sacerdotes presos no Aljube, por motivo das suas inclinações partidárias, seguindo alguns deles para o Limoeiro e presídios de Africa.

Neste artigo

Tempo

Anos mencionados · 02
  1. D. Sebastião criou por alvará o cargo de carcereiro do Aljube do Funchal.

  2. A cadeia do Aljube, no Funchal, ainda existia.

Lugar

Lugares mencionados · 07
  1. Aljube · Assunto

    Funchal

  2. África

    Africa. Localização dos presídios para onde foram enviados alguns sacerdotes presos.

  3. Funchal

    Cidade onde se situava o Aljube.

  4. Limoeiro

    Portugal. Cadeia de Lisboa para onde foram enviados alguns padres detidos no Aljube.

  5. Rua de João Gago

    Funchal. Rua que confinava com o terreno do antigo Aljube.

  6. Rua do Aljube

    Funchal. Rua que recebeu o nome do antigo Aljube e confinava com o seu terreno.

  7. Travessa da Sacristia

    Funchal. Rua que confinava com o terreno do antigo Aljube.

Pessoas

Pessoas mencionadas · 01
  1. Rei de Portugal que criou o cargo de carcereiro do Aljube do Funchal em 1562.

Na folha A

Vistos recentemente

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