Nossa Senhora da Conceição (Capelas de) 1A Capela-Monumento das Babosas
Nossa Senhora da Conceição (Capelas de)
Levantamento das capelas da Madeira dedicadas a Nossa Senhora da Conceição, com os respetivos fundadores e datas, desde o século XVI até 1930. Inclui a Capela-Monumento das Babosas, no Monte, construída em 1906 para assinalar o jubileu do dogma da Imaculada Conceição.
1A Capela-Monumento das Babosas
Existiu na freguesia do Monte uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, que foi fundada por Tristão de França Bettencourt em ano que ignoramos, e no largo das Babosas da mesma freguesia, se construiu em 1906 uma capela que também tem o mesmo orago. Foi fundada com o fim de comemorar as festas jubilares que se celebraram na Madeira para solenizar o quinquagésimo aniversário da definição do dogma da Imaculada Conceição. A parte principal destes festejos consistiu num imponente e brilhante cortejo religioso, que saindo da Sé Catedral se dirigiu ao largo da Fonte, freguesia do Monte onde se celebrou uma missa campal, tendo por essa ocasião o prelado D. Manuel Agostinho Barreto proferido um dos seus mais vibrantes e entusiásticos discursos. Nasceu então a ideia da edificação da Capela-Monumento, que se realizou dois anos depois, havendo o bispo diocesano nomeado previamente a comissão encarregada de angariar os indispensáveis donativos e de dirigir a respectiva construção. O comendador João Bernardino Gomes, vice-presidente da comissão, ofereceu o terreno para a edificação do gracioso templo e a imagem da Virgem que figura no seu altar, tendo havido outras generosas ofertas para o ornato e decoração da capela. Cumpre prestar homenagem à justiça, consignando aqui que foi o comendador Luís de Bettencourt Miranda quem mais notavelmente concorreu para a construção da Capela-Monumento. Aos seus diligentes e perseverantes esforços se deve não somente a conclusão de todos os trabalhos, mas ainda o aformoseamento do local, que se tornou um sítio em extremo pitoresco e ponto obrigado de visita para todos os que se dirigem á encantadora e paradisíaca estancia do Monte. O opúsculo Nossa Senhora do Monte, do padre Joaquim Plácido Pereira, insere uma desenvolvida noticia acerca das festas jubilares e fundação desta capela.
2Capelas de Câmara de Lobos, Funchal e Calheta
Existe na freguesia de Câmara de Lobos, e a pequena distancia da igreja paroquial, a capela de Nossa Senhora da Conceição, que é muito antiga e se presume ter sido construída pelo povo. No decorrer dos tempos, tem sofrido varias reparações e ainda há cerca de doze anos se fizeram ali obras importantes para a sua conservação e decoração interior. Esta capela, que não é de dimensões muito acanhadas, está a cargo da classe piscatória, que nela mantém e sustenta o exercício do culto.
Na rua da Carreira, desta cidade, entre as ruas do Conde de Canavial e da Alegria, se encontra a capela de Nossa Senhora da Conceição, que foi fundada em 1770 pelo capitão Luís Bettencourt de Albuquerque e Freitas, junto da sua casa de moradia, tendo sido benzida a 7 de Dezembro do ano referido, e na freguesia de São Pedro, em lugar que ignoramos, fundaram Rui Dias de Aguiar e sua mulher Leonor de Ornelas de Andrade, no ano de 1662, uma capela da mesma invocação, que tinha escritura de dotação de 11 de Dezembro do mesmo ano.
Na propriedade que possuía na freguesia de São Roque, fundou o cónego António Lopes de Andrade, no ano de 1700, uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, tendo a respectiva escritura de dotação a data de 8 de Julho do mesmo ano, e Diogo Afonso de Aguiar fundou em 1688 uma capela na freguesia da Tabua, dedicada também á mesma Senhora, que fez erigir muito próximo do litoral. Foi reconstruída em 1910 por José da Silva Novita, tendo sido benzida pelo prelado D. Manuel Agostinho Barreto, a 31 de Julho do mesmo ano.
A capela de Nossa Senhora da Conceição, que existe na freguesia do Estreito da Calheta, era sede dum importante morgadio, que abrangia uma das mais vastas propriedades desta ilha e que há poucos anos foi vendida ás parcelas pelo seu ultimo possuidor, tendo sido também alienadas a capela e a casa solarenga que ficam anexas. Foi fundada por André de França e Andrade, pelos anos de 1672.
É de bem recente data a construção da capela de N. S. da Conceição, que fica no sítio das Amoreiras, da freguesia do Arco da Calheta. Foi benzida a 27 de Dezembro de 1911 e fundada pelo pároco José Marcelino de Freitas, com donativos dos fiéis.
Na margem e próximo da foz da ribeira da Serra de Água, na freguesia do Arco da Calheta, levantou Gonçalo Fernandes uma capela consagrada á mesma Senhora, e nela fez a sede dum morgadio, com a obrigação da celebração de missa quotidiana e da recitação dum responso em cada dia sobre a sua sepultura «enquanto o mundo durar», segundo a respectiva verba testamentaria.
3Gonçalo Fernandes e outras capelas
A respeito deste Gonçalo Fernandes dizem vários linhagistas o que resumidamente se encontra numa nota ás Saudades, nos seguintes termos: «Feita a paz do Sr. D. Affonso V e recolhida a Excellente Senhora ao mosteiro, foi mandado para a Ilha com proibição de sair della. Todos os annos o Rey lhe mandava hum navio com todo o recheio preciso para a sua casa; era tractado com muita attenção, a não se souberam seus paes. Na sua capella poz por armas as quinas portuguezas em aspa, e sobre a sepultura fez gravar hum menino com o rosto sobre a mão esquerda, o cotovelo sobre uma caveira, e apontando com a direita para a seguinte inscrição tirada do livro da Sapiência: Sic et nos nati continuo desivimus esse. Conta-se que fizera pintar em outra parte huma mulla atirando couces á fortuna».
A capela do Arco da Calheta, segundo vemos num manuscrito do princípio do século passado, «foi obra primorosa», dizendo o nobiliario de H. H. de Noronha que o fundador a ornou «com muito luzimento e boas pinturas.»
Gonçalo Fernandes morreu a 15 de Junho de 1539 e jaz sepultado nesta capela, como dito fica. Foi sucessor do morgadio seu filho primogénito Pedro Gonçalves de Andrade. Esta casa vinculada passou aos Freitas da Madalena, de que foi ultimo representante o morgado Nuno de Freitas de Lomelino.
Há ainda a citar, com a invocação de N. S. da Conceição, uma capela na freguesia de Santa Cruz fundada pelos anos de 1600 por Bartolomeu Telo Moniz de Meneses, e uma outra na freguesia da Ponta Delgada, reconstruída no ano de 1754 por Nuno de Freitas da Silva, ignorando-se o ano da sua primitiva edificação.
Na freguesia da Ribeira Brava, no sítio da Conceição existe uma capela com a mesma invocação, de que não temos outra noticia.
No sítio da Fajã dos Padres, no litoral da freguesia do Campanário, existiu uma pequena capela dedicada a nossa Senhora da Conceição, que pertencia aos jesuítas e que os corsários argelinos destruíram no ano de 1626.
Com igual invocação, fez o visconde de Cacongo edificar uma capela na sua quinta da Choupana, freguesia de Santa Maria Maior, no ano de 1930, que foi benzida a 12 de Outubro do ano referido.
Ainda com essa invocação fundou o capitão José Sotero e Silva uma capela no sítio da igreja, na freguesia do Monte, que o seu actual proprietário José de Freitas Belmonte, fez concluir e aplicar ao serviço do culto.
Neste artigo
Tempo
Anos mencionados · 14-
Gonçalo Fernandes morreu e foi sepultado na sua capela, no Arco da Calheta (um artigo indica 15 de junho de 1539).
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Bartolomeu Telo Moniz de Meneses fundou uma Capela de Nossa Senhora da Conceição em Santa Cruz.
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Piratas, descritos como corsários argelinos, atacaram a Fajã dos Padres, no Campanário, e destruíram a capela dos Jesuítas ali existente.
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Foi lavrada a escritura de dotação da Capela de Nossa Senhora da Conceição, em São Pedro, fundada por Rui Dias de Aguiar e sua mulher.
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André de França e Andrade fundou e construiu a Capela de Nossa Senhora da Conceição no Estreito da Calheta.
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Diogo Afonso de Aguiar fundou uma capela na Tábua.
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O Cónego António Lopes de Andrade construiu e dotou a Capela de Nossa Senhora da Conceição, em São Roque.
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Nuno de Freitas da Silva reconstruiu a Capela de Nossa Senhora da Conceição em Ponta Delgada.
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Foi benzida a Capela de Nossa Senhora da Conceição, na Rua da Carreira, fundada por Luís Bettencourt de Albuquerque e Freitas.
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Realizaram-se na Madeira as festividades do jubileu dos 50 anos do dogma da Imaculada Conceição, com uma procissão da Sé até ao Monte.
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A Capela-Monumento de Nossa Senhora da Conceição foi construída nas Babosas, no Monte, para assinalar o cinquentenário do dogma da Imaculada Conceição; desde então, o local passou a ser conhecido como Conceição.
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A Capela de Nossa Senhora da Conceição, reconstruída na Tábua, foi benzida pelo bispo Manuel Agostinho Barreto.
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Foi benzida a Capela de Nossa Senhora da Conceição nas Amoreiras, no Arco da Calheta.
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Foi benzida a capela do Visconde de Cacongo na Quinta da Choupana.
Lugar
Lugares mencionados · 25- Capelas de Nossa Senhora da Conceição · Assunto
Funchal
Esta entrada apresenta as capelas da Madeira dedicadas a Nossa Senhora da Conceição, do século XVI a 1930, com os respetivos fundadores e datas. Inclui a Capela-Monumento das Babosas, no Monte, construída em 1906 para assinalar o jubileu do dogma da Imaculada Conceição.
- Amoreiras
Calheta. Local onde se situa a capela benzida em 1911.
Sítio do Arco da Calheta. Tem uma capela de Nossa Senhora da Conceição benzida em 1911, no local de uma capela do início do século XVI.
- Arco da Calheta
Calheta. Freguesia com duas capelas de Nossa Senhora da Conceição.
O Arco da Calheta é uma freguesia do concelho da Calheta, criada em 1572 em torno da Capela de São Brás, cuja igreja conserva pinturas do século XVI. O Elucidário aborda os seus primeiros povoadores, como os Andrade, as propriedades açucareiras, as capelas, os morgadios, os tumultos de 1834 e 1887 e a irrigação pelas levadas do Rabaçal e do Pico da Urze.
- Câmara de Lôbos
Câmara de Lobos. Freguesia com uma antiga capela mantida pelos pescadores.
Freguesia a oeste do Funchal. O Elucidário relaciona o seu nome com a viagem de descoberta de Zarco e descreve as suas igrejas, capelas e colegiada, os primeiros povoadores, a comunidade piscatória e as vinhas afamadas. Regista também os sítios, limites, levadas e população da freguesia.
- Campanário
Ribeira Brava. Freguesia onde se situa a Fajã dos Padres.
O Campanário é uma freguesia da Madeira que pertenceu ao concelho de Câmara de Lobos antes de integrar o da Ribeira Brava e é atravessada pela Ribeira do Campanário (ou Ribeira da Lapa). O Elucidário regista o seu porto, a sua banda, a sua capitania-mor, os dízimos pagos aos Jesuítas, uma antiga capela de São João fundada em 1728 e o vigário condenado pela Alçada de 1823. Foi também terra natal do bispo D. Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade e do jurista Francisco Justino Gonçalves de Andrade.
- Conceição
Calheta. Sítio com uma capela da mesma invocação.
A Conceição é um sítio da freguesia do Estreito da Calheta, com uma Capela de Nossa Senhora da Conceição construída em 1673. Foi outrora sede de um dos maiores morgadios da Madeira.
- Estreito da Calheta
Calheta. Freguesia de uma capela que foi sede de um grande morgadio.
O Estreito da Calheta é uma freguesia do concelho da Calheta, no oeste da Madeira, delimitada pela Ribeira de São Bartolomeu e pela Ribeira Funda. A sua igreja paroquial de Nossa Senhora da Graça foi fundada pela família França, e o verbete aborda os primeiros proprietários, as capelas, os sítios, as escolas e a irrigação pela Levada Nova do Rabaçal; os Prazeres foram separados da freguesia em 1733.
- Fajã dos Padres
Ribeira Brava. Local de uma capela dos jesuítas destruída por corsários argelinos em 1626.
A Fajã dos Padres é uma pequena fajã costeira para além do Cabo Girão, na freguesia de Campanário, e uma das mais conhecidas da Madeira. Foi uma propriedade dos Jesuítas, célebre pelo melhor vinho Malvasia da ilha e também pelo Sercial; a sua capela jesuíta foi destruída por corsários argelinos em 1626. O Elucidário data o ataque dos piratas de 1625 numa nota e de 1626 noutra.
- Largo da Fonte
Funchal. Local onde se celebrou a missa campal do jubileu.
O Largo da Fonte é um largo pitoresco no sítio da Fonte, na freguesia do Monte, com uma fonte coberta, uma imagem de Nossa Senhora do Monte e uma estação do caminho de ferro do Monte. Foi ampliado em 1896, ficando soterrada a pedra da aparição, e nele se celebrou uma missa campal jubilar.
- Largo das Babosas
Funchal. Local da Capela-Monumento de 1906.
Largo no Monte; «Babosas» é o nome popular do Largo da Conceição. Nele se situava a Capela-Monumento de Nossa Senhora da Conceição, de 1906.
- Madalena do Mar
Ponta do Sol. Localidade da família Freitas, que herdou o morgadio.
A Madalena do Mar é uma freguesia da costa sudoeste da Madeira, no concelho da Ponta do Sol, fundada nas terras do lendário Henrique Alemão e elevada a freguesia independente em 1582. O Elucidário regista as suas capelas, a produção de açúcar e o cultivo da banana, a sua capitania-mor, os danos causados pelas cheias de 1876 e pela cheia da Ribeira da Madalena em 1939. Foi também a terra natal de António Policarpo dos Passos Sousa.
- Monte
Funchal. Freguesia com várias capelas de Nossa Senhora da Conceição, incluindo a Capela-Monumento das Babosas.
Freguesia de Nossa Senhora do Monte, acima do Funchal, a cerca de 600 m de altitude, onde o aparecimento das folhas ocorre mais tarde do que no Funchal. Inclui os sítios do Jardim Botânico, da Igreja e dos Marmeleiros e a Quinta de Sant'Ana. O Elucidário regista as suas numerosas plantas, entre elas acácias e Sonchus fruticosus.
Pessoas
Pessoas mencionadas · 24-
Fundou, cerca de 1672, a capela do Estreito da Calheta, sede de um grande morgadio.
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Cónego que fundou uma capela na sua propriedade em São Roque, em 1700.
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Fundou uma capela em Santa Cruz cerca de 1600.
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Rei de Portugal após cuja paz Gonçalo Fernandes foi enviado para a Madeira.
- D. Manuel Agostinho Barreto1835–1911
Bispo do Funchal que pregou na missa campal do jubileu de 1904 e benzeu a capela reconstruída na Tábua em 1910.
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Fundou uma capela junto à costa, na freguesia da Tábua, em 1688.
- Gonçalo Fernandesm. 1539
Figura misteriosa enviada para a Madeira no reinado de D. Afonso V, fundador da capela do Arco da Calheta e do respetivo morgadio, onde está sepultado.
- Henrique Henriques de Noronha1667–1730
Genealogista cujo nobiliário elogia a decoração da capela do Arco da Calheta.
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Pretendente ao trono de Castela que se retirou para um convento, mencionada na lenda de Gonçalo Fernandes.
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Vice-presidente da comissão de construção que doou o terreno e a imagem da Virgem para a capela das Babosas.
+ 14 mais
- Joaquim Plácido Pereiran. 1885
Padre cujo opúsculo Nossa Senhora do Monte descreve as festividades do jubileu e a fundação da capela.
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Reconstruiu a capela da Tábua em 1910.
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Proprietário que concluiu a capela do Monte e a abriu ao culto.
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Pároco que fundou a capela das Amoreiras, benzida em 1911.
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Fundou uma capela perto da igreja do Monte.
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Mulher de Rui Dias de Aguiar e cofundadora da capela de São Pedro, em 1662.
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Fundou a capela da Rua da Carreira, junto à sua casa, em 1770.
- Luís de Bettencourt Miranda1856–1921
Principal impulsionador da Capela-Monumento das Babosas, que a concluiu e embelezou o local.
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Reconstruiu a capela de Ponta Delgada em 1754.
- Nuno de Freitas Lomelinom. 1882
Último representante dos Freitas da Madalena, que herdou o morgadio do Arco da Calheta.
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Filho mais velho de Gonçalo Fernandes e herdeiro do seu morgadio.
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Construiu uma capela na sua Quinta da Choupana em 1930.
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Fundou com a mulher uma capela na freguesia de São Pedro, em 1662.
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Fundou, em data desconhecida, uma antiga capela de Nossa Senhora da Conceição na freguesia do Monte.