D. Maria Amélia
m. 1853
princesa · visitante estrangeiro
Filha de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal e da imperatriz D. Amélia, que veio à Madeira em busca de cura para a tuberculose. Morreu na Quinta das Angústias, no Funchal, em 4 de fevereiro de 1853, e o hospício do Funchal fundado pela mãe tem o seu nome.
1Mencionado em
- Datas Históricas — Filha de D. Pedro IV, falecida no Funchal em 1853 e homenageada com um hospício.
- Hospício da Princesa D. Maria Amelia — Filha de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal, morreu de tuberculose no Funchal; o hospício tem o seu nome.
- Luís (Infante D.) — Princesa que deu o nome ao Hospício visitado por D. Luís.
- Castanheiro (Rua do) — Princesa que deu nome ao Hospício, instalado provisoriamente nesta rua em 1853.
- Andrade (Deão Antonio Joaquim Gonçalves de) — Filha da imperatriz D. Amélia, que morreu na Madeira; Andrade acompanhou-a nos seus últimos momentos.
- Nossa Senhora das Angústias (Capela de) — Princesa que viveu na Quinta das Angústias e aí morreu em 4 de fevereiro de 1853.
- Maximiliano (Imperador do México) — Filha de D. Pedro IV, cujo casamento com Fernando José Maximiliano estava, ao que parece, planeado; o hospício do Funchal tem o seu nome.
- Amelia (Imperatriz D.) — Filha da imperatriz D. Amélia, que veio à Madeira à procura de cura para a tuberculose e morreu no Funchal em 1853.
- Jardins da Madeira — Princesa que deu o nome ao Hospício do Funchal, conhecido pelos seus jardins.
- Cunha (José Ribeiro da) — Rainha de Portugal que acompanhou D. Carlos na sua visita à Madeira.
- Castro (D. Manuel de Portugal e) — Princesa que morreu na Madeira em 1853; Castro veio acompanhar os seus restos mortais até Lisboa.
- Quina Vermelha (Cinchona succirubra, Pav.) — Princesa que deu nome ao hospício.
- Nóbrega (Januário Justiniano de) — Princesa brasileira que deu nome ao hospício fundado no Funchal pela mãe.
- Palheiro do Ferreiro (Quinta do) — Rainha de Portugal, recebida na quinta com D. Carlos em 1901.
- Abreu (Conselheiro Francisco António de Freitas e) — Princesa da família imperial brasileira que morreu no Funchal em 1854; Abreu prestou serviços nessa ocasião.
- Leuchtenberg (Duque de) — Princesa que morreu na Quinta das Angústias em 1853.
- Lambert (Quinta) — Princesa brasileira que morreu na quinta em 4 de fevereiro de 1853.
- Princesa D. Maria Amelia (Rua da) — Princesa cuja visita à Madeira em 1852 levou a Câmara Municipal a dar o seu nome a esta rua.
- Barral (Dr. Francisco Antonio) — Princesa que morreu de tuberculose no Funchal em 4 de fevereiro de 1853, acompanhada por Barral.
2Cronologia
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A princesa D. Maria Amélia, filha de D. Pedro IV, nasceu em Paris.
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A imperatriz D. Amélia do Brasil e a princesa D. Maria Amélia, que viajava por recomendação médica, chegaram ao Funchal a bordo da fragata D. Fernando, acompanhadas pelo Dr. Barral; a Câmara Municipal atribuiu o nome da princesa a uma rua.
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António Joaquim Gonçalves de Andrade tornou-se deão e acompanhou os restos mortais de D. Maria Amélia até Lisboa.
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D. Manuel de Portugal e Castro veio à Madeira como enviado da rainha D. Maria II após a morte da princesa D. Maria Amélia.
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A princesa D. Maria Amélia, filha da imperatriz D. Amélia, morreu de tuberculose pulmonar na Quinta das Angústias, no Funchal.
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O caixão da princesa D. Maria Amélia foi embarcado no cais da Pontinha, e a imperatriz partiu da Madeira com ele rumo a Lisboa.
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Morreu a princesa D. Maria Amélia, ocasião em que Francisco António de Freitas e Abreu prestou serviços públicos.
3Lugares mencionados
No estrangeiro