D. Luís
infante · rei de Portugal · oficial da marinha · príncipe
Infante português, mais tarde D. Luís I, que visitou a Madeira pela primeira vez em 1858, quando assistiu à fundação da Sociedade Auxiliadora da Instrução Primária e se tornou seu protetor. Comandou a corveta Bartolomeu Dias, que escoltou a imperatriz da Áustria na sua partida em 1861.
1Mencionado em
- Austria (Imperatriz da) — Príncipe português, mais tarde rei, que comandava a corveta Bartolomeu Dias e escoltou a imperatriz à partida, em 1861.
- Datas Históricas — Futuro rei D. Luís, visitou a Madeira pela primeira vez em 1858.
- Nossa Senhora do Monte (Freguesia de) — Príncipe português, mais tarde rei, que visitou a Igreja do Monte.
- Palheiro do Ferreiro (Quinta do) — Príncipe, mais tarde rei de Portugal, recebido na quinta durante a sua visita à Madeira em 1858.
- Sociedade Auxiliadora da Instrução Primaria — Infante português, mais tarde D. Luís I, que assistiu à reunião de fundação em 1858 e se declarou protetor da sociedade.
- Oliveira (Cónego Alfredo Cesar de ) — Rei de Portugal por ocasião de cujas celebrações nupciais Oliveira proferiu o seu primeiro sermão, ainda diácono.
- Exéquias — Rei de Portugal em cujas exéquias no Funchal, em 29 de novembro de 1889, se realizou pela última vez a cerimónia de quebra dos escudos.
- Convento de São Francisco do Funchal — Rei de Portugal mencionado na inscrição da primeira pedra, de 1866.
- Carvalhal (2º. Conde de) — Infante, mais tarde rei de Portugal, recebido na Madeira pelo conde.
- Aclamações de monarcas — Rei de Portugal, aclamado no Funchal em 20 de janeiro de 1862.
- Pacheco (Cónego António Aires) — Rei de Portugal em cujas exéquias, na Sé Catedral do Funchal, Pacheco proferiu a oração publicada em 1890.
- Cabo submarino — Rei de Portugal que recebeu o primeiro despacho telegráfico da Madeira e enviou felicitações ao governador civil em 1874.
- Indumentária — Rei a cujas cerimónias fúnebres, em 1889, os vereadores do Funchal assistiram em antigos trajes cerimoniais.
- Cazella — Rei de Portugal e aluno do músico Cazella.
- Bando — Rei de Portugal cujas cerimónias fúnebres deram ocasião à proclamação do último bando no Funchal.
- Embutidos — Durante uma visita à Madeira como infante, em 1858, encomendou duas mesas de embutidos para oferecer.
- Vimioso (Condes de) — 6.º Conde de Vimioso e donatário de Machico, morto numa contenda em 1656.
- Lugar de Baixo (Enseada e Porto do) — Príncipe português, mais tarde D. Luís, que desembarcou na enseada do Lugar de Baixo em 25 de outubro de 1858 porque o estado do mar impediu o desembarque na Ponta do Sol.
- Moniz (João Maria) — Príncipe português, mais tarde rei, que ofereceu a Moniz um anel de diamantes.
- Ponta do Sol (Freguesia da) — Infante e mais tarde rei de Portugal, D. Luís I, que visitou a Ponta do Sol e o Rabaçal em outubro de 1858.
2Cronologia
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O Infante D. Luís chegou ao Funchal na corveta Bartolomeu Dias, na primeira visita de um membro da família real à Madeira. Desembarcou no dia seguinte no cais da Pontinha, onde teve uma grande receção; foi recebido no Palheiro pelo Conde de Carvalhal e encomendou mesas de embutidos para D. Pedro V e para a rainha D. Estefânia.
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Uma reunião no Palácio de São Lourenço, com a presença do Infante D. Luís, lançou as bases da Sociedade Auxiliadora da Instrução Primária.
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O Infante D. Luís desembarcou no Lugar de Baixo porque o mar agitado impediu o desembarque na Ponta do Sol. Visitou a Ponta do Sol a caminho do Rabaçal.
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O Infante D. Luís chegou ao Funchal em nome de D. Pedro V para visitar a imperatriz D. Isabel da Áustria e acompanhá-la na partida.
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D. Luís I foi aclamado rei no Funchal.
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Realizaram-se no Funchal as cerimónias fúnebres de D. Luís I, com o último quebra-escudos e a proclamação do último bando; os vereadores vestiram antigos trajes de cerimónia.
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A Câmara Municipal do Funchal publicou a oração fúnebre do Cónego António Aires Pacheco por D. Luís, e o cónego deixou a Madeira.
3Lugares mencionados
No estrangeiro