O cais da Pontinha, no Funchal, foi construído entre 1876 e 1878 e melhorado com as obras do molhe. Foi local de desembarque de visitantes ilustres, entre eles a imperatriz da Áustria, e dos restos mortais do Soldado Desconhecido em 1921, além de ponto terminal de um sistema de abastecimento de água aos navios.
1Mencionado em
- Austria (Imperatriz da) — Cais onde a imperatriz desembarcou.
- Mangin (General) — Cais onde foram embarcados os restos mortais.
- Guerra (Grande) — Local onde desembarcaram os restos mortais do Soldado Desconhecido em 1921.
- Luís (Infante D.) — Local de desembarque de D. Luís a 9 de outubro de 1858.
- Partidos Políticos — Cais onde o Dr. Trindade e Vasconcelos foi agarrado em 1870.
- Sanatórios da Madeira — Ponto terminal da instalação de abastecimento de água do Arrebentão, destinada aos navios.
- Tenerifenhos — Local de desembarque dos visitantes de Tenerife.
- Presidente da Republica — Local de desembarque utilizado devido ao mar agitado.
- Lambert (Quinta) — Local onde o caixão da princesa foi embarcado em 1853.
2Cronologia
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O caixão da princesa D. Maria Amélia foi embarcado no cais da Pontinha, e a imperatriz partiu da Madeira com ele rumo a Lisboa.
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O Infante D. Luís chegou ao Funchal na corveta Bartolomeu Dias, na primeira visita de um membro da família real à Madeira. Desembarcou no dia seguinte no cais da Pontinha, onde teve uma grande receção; foi recebido no Palheiro pelo Conde de Carvalhal e encomendou mesas de embutidos para D. Pedro V e para a rainha D. Estefânia.
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A urna do Soldado Desconhecido de África chegou ao Funchal a bordo do Briton, ficou em câmara ardente nos Paços do Concelho e foi embarcada no cruzador República com destino a Lisboa; o general Norton de Matos participou no cortejo.
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O general Mangin visitou o Funchal a bordo do cruzador Jules Michelet, que partiu para França com os restos mortais dos marinheiros da Surprise, após um cortejo desde o cemitério das Angústias.