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Hospício da Princesa D. Maria Amélia

Hospício da Princesa D. Maria Amélia

Sé · Funchal

Perto da Quinta Vigia, Funchal, Madeira

32°38′48″ N16°54′55″ W Google Maps

Artigo principal Hospício da Princesa D. Maria Amelia História do Hospício da Princesa D. Maria Amélia, no Funchal, hospital para pessoas pobres com tuberculose pulmonar, fundado pela imperatriz D. Amélia em memória da filha, falecida na Madeira em 1853. Aborda a abertura provisória, o novo edifício (1856–1859), a gestão pelas Irmãs da Caridade, a dotação perpétua instituída pela rainha Josefina da Suécia e a administração, os capelães e os médicos do hospício.

Hospital do Funchal para pessoas pobres com tuberculose pulmonar, fundado pela imperatriz D. Amélia em memória da filha, falecida na Madeira em 1853. Instalado provisoriamente na Rua do Castanheiro em 1853, mudou-se para um novo edifício, construído entre 1856 e 1859 e inaugurado em 1862 com uma inscrição comemorativa da fundação. Foi administrado pelas Irmãs da Caridade e recebeu uma dotação da rainha Josefina da Suécia. A capela alberga uma imagem de Nossa Senhora das Angústias oferecida por Fernando José Maximiliano, e os jardins, perto da Quinta Vigia, têm muitas espécies lenhosas exóticas.

Mapa: Madeira (1)

1Mencionado em

· 11

2Cronologia

  1. O Hospício da Princesa D. Maria Amélia abriu provisoriamente num edifício da Rua do Castanheiro, no Funchal.

  2. O Hospício da Princesa D. Maria Amélia, no Funchal, entrou em funcionamento e admitiu os seus primeiros doze doentes.

  3. Ernesto Venceslau de Sousa morreu no Hospício da Princesa D. Maria Amélia, no Funchal.

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