João VI
m. 1826
rei de Portugal · príncipe regente
Príncipe regente e, mais tarde, rei de Portugal, aclamado no Funchal em 7 de abril de 1818 e aí homenageado com exéquias em 10 de maio de 1826. O seu reinado teve repercussões na Madeira através do mapa da ilha de 1817, da reforma dos pesos e medidas de 1818 e das convulsões constitucionais da década de 1820.
1Mencionado em
- Alfândegas — Rei de Portugal a quem Gomes ofereceu o seu projeto de regulamento alfandegário de 1824.
- Sistema de Pesos e Medidas — Rei que, em 1818, decretou a uniformização decimal dos pesos e medidas, como consta da inscrição nos padrões do Funchal.
- Exéquias — Rei de Portugal por quem se celebraram exéquias no Funchal em 10 de maio de 1826.
- Manifestações de Regozijo — Rei cuja adoção do título de imperador do Brasil, em 1826, foi celebrada no Funchal.
- Oliveira (Dr. João Francisco de) — Príncipe regente e, mais tarde, rei de Portugal, que favoreceu Oliveira e mandou rever o seu processo em 1820.
- Aclamações de monarcas — Rei de Portugal, aclamado no Funchal em 7 de abril de 1818.
- Príncipe (Rua do) — Príncipe regente e, mais tarde, rei de Portugal, que o nome Rua do Príncipe provavelmente pretendia homenagear, segundo o Elucidário.
- Arborização — Soberano português cujo governo enviou sementes de árvores para a Madeira em 1800.
- Constituição de 1821 (A) — Rei de Portugal cuja aceitação do sistema representativo, comunicada do Rio de Janeiro em janeiro de 1821, pôs fim à hesitação do governador.
- Monteiro (Luís) — Rei de Portugal cuja morte levou à proclamação de D. Pedro e à outorga da Carta Constitucional.
- Cartas geograficas — Rei de Portugal por cuja ordem foi feita a carta geral da Madeira de 1817.
- Noronha (António Manuel de) — Rei de Portugal que dissolveu as Cortes e revogou a Constituição durante o governo de Noronha na Madeira.
- Baldios — Rei de Portugal durante cujo governo foi permitido ao povo usar o Paul da Serra.
- Moura (D. Patrício Xavier de) — Rei de Portugal que nomeou Moura cónego da Bemposta e capelão da infanta D. Isabel Maria.
- Page (Roberto) — Rei de Portugal que condecorou Page duas vezes pelos seus atos de beneficência.
- Castro (D. Manuel de Portugal e) — Rei de Portugal cuja proclamação como monarca absoluto levou à nomeação de Castro como governador da Madeira.
- Tôrre Bela (Visconde de) — Rei de Portugal de quem o 1.º visconde foi conselheiro.
- Proclamações do Governo Constitucional — Rei de Portugal cuja morte, em março de 1826, precedeu a outorga da Carta Constitucional.
- Pita (Dr. António de Luz) — Rei de Portugal cujo médico era João Francisco de Oliveira.
- Bettencourt Pita (Nicolau Caetano) — Príncipe regente, mais tarde D. João VI, que em 1814 concedeu a Pita os privilégios dos diplomados em Medicina por Coimbra.
- Queima de Documentos Constitucionais — Rei de Portugal aclamado monarca absoluto pelo juiz de fora após a queima dos documentos.
- Mudança de Sistemas de Governo — Rei de Portugal que aboliu a Constituição de 1821 em 1823 e restabeleceu o governo absoluto.
- Proclamações do Governo Absoluto — Rei de Portugal que aboliu a Constituição e restaurou o governo absoluto em 3 de junho de 1823.
- Camacho (Januario Vicente) — Rei de Portugal que, segundo uma anedota, nomeou Camacho deão da Sé Catedral do Funchal.
- Princesa (Rua da) — Príncipe português e, mais tarde, rei, mencionado como marido de D. Carlota Joaquina.
2Cronologia
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Paulo Dias de Almeida elaborou a carta geral da Madeira por ordem de D. João VI.
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D. João VI decretou a uniformização decimal dos pesos e medidas.
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D. João VI foi aclamado rei no Funchal.
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Um correio vindo do Rio de Janeiro confirmou que D. João VI aceitara o novo sistema constitucional.
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A revolução da Vila-Francada, de 27 de maio de 1823, levou D. João VI a dissolver as Cortes e a restaurar o governo absoluto em Portugal em 3 de junho.
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Festejos no Funchal assinalaram a adoção do título de imperador do Brasil por D. João VI; pela primeira vez, usaram-se lanternas de azeite nos Paços do Concelho.
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Realizaram-se no Funchal exéquias por D. João VI.
3Lugares mencionados
No estrangeiro