D. Miguel
rei de Portugal · regente
Regente que dissolveu as Cortes e se proclamou rei absoluto em 1828; as suas forças ocuparam a Madeira nesse ano, e o seu governo perseguiu liberais e maçons madeirenses até à queda do regime, em 1834.
1Mencionado em
- Representação em Cortes — Regente que dissolveu as Cortes e se proclamou rei absoluto em 1828.
- Abreu (Francisco Ferreira de) — Rei absolutista de Portugal cujo governo enviou a comissão que prendeu Abreu.
- Branco (Padre João Manuel de Freitas) — Rei absolutista cujo governo enviou a alçada de 1828 que acusou Freitas Branco.
- Andrade (D. Francisco José Rodrigues de) — Rei absolutista português aclamado na pastoral de Andrade de 13 de setembro de 1828.
- Maçonaria — Rei absolutista cujo regime caiu em 1834, depois de ter perseguido liberais e maçons.
- Ataide (Dr. Joaquim de Menezes e) — Rei português cujas perseguições governamentais Ataíde receava, o que o levou a partir para o estrangeiro em 1828.
- Bravos do Mindelo — Rei absolutista contra quem os liberais lutaram.
- Ferreira Pestana (Daniel) — Rei absolutista cujo regime perseguiu José Ferreira Pestana.
- Monteiro (José Maria) — Pretendente absolutista ao trono português em cuja corte Monteiro exerceu um cargo palaciano.
- Alligator (Corveta) — Pretendente absolutista cujas forças ocuparam a Madeira em 1828.
- São Roque (Águas de) — Autor da classificação da qualidade da água utilizada por Lepierre, segundo a qual a água de São Roque era considerada «água tolerável».
- Guarnição Militar — Rei de Portugal em cujo reinado foi criado o batalhão de voluntários urbanos realistas.
- Ocupação do Porto Santo pelas Tropas Constitucionais — Rei absolutista proclamado no Porto Santo em 29 de maio de 1832, após a partida dos liberais.
- Partidos Políticos — Príncipe português proclamado rei absoluto, de quem os absolutistas receberam a designação de miguelistas.
- Moniz (Dr. Patrício) — Proclamou-se rei absoluto em 1828, obrigando a família Moniz a exilar-se.
- Atouguia (Visconde de) — Pretendente absolutista cuja esquadra tomou a Madeira em 1828.
- Alçada de 1828 — Rei absolutista de Portugal cujo governo enviou a esquadra e a alçada à Madeira em 1828.
- Travassos Valdez (José Lúcio) — Proclamado rei absoluto de Portugal em maio de 1828; Valdez recusou apoiar a sua causa.
- Tôrre Bela (Visconde de) — Rei português a quem o 2.º visconde serviu como ajudante de campo.
- Ferraz (Severiano Alberto de Freitas) — D. Miguel, rei absolutista durante cujo reinado Ferraz foi perseguido.
- Proclamações do Governo Constitucional — Restaurou o absolutismo em 1828, derrubado em 1834.
- Ribeiro de Mendonça (Marceliano) — D. Miguel, rei absolutista português cuja investigação sobre os liberais madeirenses obrigou Mendonça a esconder-se.
- Fonseca (Dr. José Maria Martiniano da) — Pretendente absolutista cujo governo executou Fonseca.
- Proclamações do Governo Absoluto — Regente proclamado rei absoluto em 25 de abril de 1828.
- Real (Praça) — Rei português durante cujo governo (a «usurpação») a praça recebeu o nome de Praça Real.
- Ocupação da Madeira pelas Tropas Miguelistas — Regente de Portugal que se proclamou rei absoluto em 1828, precipitando a ocupação da Madeira.
- Viveiros e Jardins de Aclimação — Governante português cujo governo extinguiu o viveiro do Monte em 1828.
2Cronologia
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A alçada de D. Miguel chegou à Madeira, pronunciou 216 liberais e maçons e mandou prender 101; alguns, como Nery e Agrela, foram enviados para Lisboa, enquanto outros fugiram ou se esconderam.
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D. Miguel dissolveu as Cortes, convocou os três estados e foi proclamado rei absoluto, restaurando o absolutismo.
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A notícia da proclamação de D. Miguel como rei absoluto chegou à Madeira.
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A esquadra miguelista bombardeou Machico, desembarcou tropas e ocupou a Madeira, entrando no Funchal sem oposição em 23 de agosto; o Forte de São João Baptista disparou contra o brigue Infante D. Sebastião.
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D. Miguel foi proclamado na Madeira, e José Maria Monteiro desembarcou no Funchal e tomou posse como governador miguelista.
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Em Lisboa, o bispo do Funchal publicou uma pastoral em defesa do absolutismo e de D. Miguel.
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Um grupo miguelista vindo da Madeira proclamou D. Miguel no Porto Santo e regressou nessa mesma noite.
3Lugares mencionados
No estrangeiro