D. Maria
rainha · rainha de Portugal
Filha de D. Pedro IV e futura rainha D. Maria II, cujos direitos foram proclamados na Madeira em 1828.
1Mencionado em
- Alçada de 1828 — Filha de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal, mais tarde rainha D. Maria II, cujos direitos foram proclamados na Madeira em 1828.
- Exéquias — Rainha de Portugal homenageada no Funchal em 26 de janeiro de 1854.
- Manifestações de Regozijo — Rainha cujo casamento, em 1834, foi celebrado com três dias de iluminações no Funchal.
- Joinville (Príncipe de) — Rainha de Portugal e irmã de D. Francisca, mulher do príncipe.
- Hospício da Princesa D. Maria Amelia — Rainha de Portugal que aprovou o projeto da imperatriz para o hospício em 1853.
- Aclamações de monarcas — Rainha de Portugal, proclamada nos Paços do Concelho do Funchal em 6 de junho de 1834.
- Leopoldina (Arquiduquesa) — Filha de Leopoldina e futura rainha de Portugal.
- Ocupação do Porto Santo pelas Tropas Constitucionais — Rainha liberal de Portugal proclamada no Porto Santo em 1832 e novamente em 1834.
- Almada (José Antonio de) — Rainha de Portugal que condecorou Almada por decreto de 8 de setembro de 1834.
- Omboni (Tito) — Rainha de Portugal a quem Omboni dedicou o seu livro.
- Castro (D. Manuel de Portugal e) — Rainha de Portugal que Castro representou na sua missão à Madeira em 1853.
- Moeda — Rainha que criou a Pecunia Madeirensis.
- Praça da Rainha — Rainha de Portugal em cuja homenagem a praça recebeu o nome.
- Proclamações do Governo Constitucional — Rainha aclamada no Funchal em 6 de junho de 1834.
- Bettencourt Pita (Nicolau Caetano) — Rainha aclamada em Angra em 1828 num documento assinado por Pita.
- Académica (Praça) — Rainha de Portugal cujo casamento, em 1837, foi celebrado pelo espetáculo que financiou a construção da praça.
- Leuchtenberg (Duque de) — Rainha de Portugal cujo primeiro marido era irmão do duque.
2Cronologia
-
O governador Valdez proclamou solenemente na Madeira os direitos de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal e de D. Maria.
-
Nicolau Caetano Bettencourt Pita assinou em Angra a aclamação de D. Pedro IV e D. Maria.
-
Uma força constitucional de 60 artilheiros da Terceira ocupou o Porto Santo e proclamou D. Maria II. Em 7 de abril, juntaram-se-lhe o almirante Sartorius e Mousinho de Albuquerque; em maio, partiu para os Açores com 104 voluntários madeirenses.
-
A Carta foi jurada e D. Maria II foi aclamada rainha nos Paços do Concelho do Funchal.
-
A rainha D. Maria II fez de José António de Almada cavaleiro da Ordem da Torre e Espada.
-
Realizaram-se iluminações na Madeira pelo casamento de D. Maria II, com suspensão do luto nacional.
-
A academia do Funchal apresentou um espetáculo para celebrar o casamento de D. Maria II, cuja receita financiou a construção da Praça Académica.
-
D. Manuel de Portugal e Castro veio à Madeira como enviado da rainha D. Maria II após a morte da princesa D. Maria Amélia.
-
A imperatriz D. Amélia escreveu à rainha D. Maria II a propor a fundação de um hospício no Funchal.
-
Realizaram-se no Funchal exéquias por D. Maria II.
3Lugares mencionados
No estrangeiro