Ano1923
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1923
A França proibiu a importação de vinhos generosos portugueses, afetando o comércio de vinho da Madeira.
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1923
Laura Veridiana de Castro e Almeida Soares publicou Em casa da avó – Na Ilha da Madeira em Lisboa.
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1923
Feliciano Soares publicou O que eu vi e pensei no Funchal.
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1923
Humberto de Passos Freitas publicou Vinte e um dias em bote, obra em que descreve uma viagem marítima à volta da Madeira.
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1923
No final de 1923, Luís Vieira de Castro começou a publicar no Funchal o diário Jornal da Madeira.
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1923
Foi extinta a circunscrição escolar com sede na Ribeira Brava.
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1923
Os Irmãos de São João de Deus fundaram a Casa de Saúde do Trapiche, que recebeu os primeiros doentes no final de 1923.
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1923
O Corpo Nacional de Escutas foi fundado em Braga.
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1923
Foram registados os preços de venda a retalho de bens essenciais na Madeira em 1923.
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1923
Realizou-se a primeira peregrinação madeirense a santuários europeus.
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1923
A Junta Geral voltou a manifestar interesse pelos elétricos, e uma empresa inglesa mostrou-se, aparentemente, disposta a executar as obras.
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janeiro de 1923
A empreitada das obras do porto do Funchal foi adjudicada à Fumasil Company Limited.
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1 de janeiro de 1923
O fogo de artifício junto ao Reid's Palace Hotel assinalou o Ano Novo durante as comemorações do quinto centenário da descoberta da Madeira.
Quincentenário do Descobrimento da Madeira Reid's Palace Hotel
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4 de janeiro de 1923
Realizou-se um grande cortejo histórico com carros alegóricos para assinalar o quinto centenário da descoberta da Madeira.
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4 de janeiro de 1923
Os excursionistas de Tenerife que vieram para as comemorações do quinto centenário regressaram a casa.
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13 de janeiro de 1923
A Lei n.º 1392 pôs fim ao monopólio cerealífero na Madeira.
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21 de janeiro de 1923
O Dr. Fortunato Pita publicou na Medicina Contemporânea um artigo sobre a helioterapia no tratamento da conjuntivite tracomatosa.
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fevereiro de 1923–julho de 1925
O Padre José Maria Antunes foi o primeiro capelão do manicómio do Trapiche.
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4 de fevereiro de 1923–4 de maio de 1923
A Câmara Municipal de Santa Cruz de Tenerife aprovou a atribuição do nome de Madeira à Praça do Teatro, e a placa com o novo nome foi descerrada em 4 de maio.
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29 de abril de 1923
Os reconstituintes madeirenses aderiram ao Partido Republicano Nacionalista.
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17 de maio de 1923
Joaquim Maria Fragoso morreu.
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18 de maio de 1923
O Forte de São José, no Porto Santo, foi vendido em leilão por 52:250$00 à companhia de águas do Porto Santo.
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junho de 1923
José Simão da Costa morreu no Brasil.
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21 de junho de 1923
O Correio da Madeira publicou uma carta sobre a divisão do Pico Ruivo entre o Faial, Santana e São Jorge.
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26 de junho de 1923
Os restos mortais de D. Manuel Agostinho Barreto foram trasladados para o adro da Capela da Penha.
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7 de julho de 1923
O Diário da Madeira publicou a carta de Gomes Leal de 1868.
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outubro de 1923–novembro de 1924
O restauro do órgão de Santa Clara, no Funchal, decorreu de outubro de 1923 a novembro de 1924 e foi noticiado no Diário de Notícias de 22 de novembro de 1924.
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1 de novembro de 1923
Foi lançada a primeira pedra do monumento a Nossa Senhora da Paz (Nossa Senhora do Monte), no Terreiro da Luta, no Monte.
Monumento a Nossa Senhora da PazTerreiro da Luta José Marques Jardim Terreiro da LutaMonte
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17 de novembro de 1923
Daniel Telo Simões Soares tomou posse pela terceira vez como governador civil do Funchal.
Simões Soares (Daniel Telo) Daniel Telo Simões Soares Funchal
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dezembro de 1923
No final de 1923, cerca de 100 casas exportadoras de bordados no Funchal exportavam aproximadamente 70 000 contos, sobretudo para a América do Norte, e empregavam cerca de 70 000 pessoas.
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14 de dezembro de 1923
O semanário Sport do Funchal publicou o seu primeiro número.
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21 de dezembro de 1923
A comissão distrital do Partido Radical na Madeira realizou uma reunião.
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21 de dezembro de 1923
Manuel de Sousa Brasão morreu na Fortaleza de São Lourenço.
Sousa Brasão (Manuel de) Manuel de Sousa Brasão Fortaleza de São Lourenço