Marquês de Pombal
ministro principal de Portugal · estadista
Ministro principal de Portugal no século XVIII, cujas medidas afetaram a Madeira, incluindo a expulsão dos Jesuítas, a conversão das donatarias em alcaidarias-mores e as tentativas de tirar o Porto Santo do declínio. O Funchal realizou cerimónias de ação de graças em 20 de janeiro de 1776, após o Marquês de Pombal ter escapado a uma conspiração para o assassinar.
1Mencionado em
- Donatarios — Ministro durante cujo governo as donatarias foram convertidas em alcaidarias-mores.
- Camara (Padre Luiz Gonçalves da) — Ministro responsabilizado pela difusão da imagem de Câmara como corruptor do rei.
- Maçonaria — Principal ministro de Portugal que ordenou a libertação de um maçom madeirense preso em 1770.
- Hospício da Princesa D. Maria Amelia — Membro do conselho do hospício.
- Jesuítas — Ministro português que ordenou a expulsão dos jesuítas, incluindo os da Madeira.
- Administração Judicial — Ministro cuja época marcou o fim do período de jurisdições mal definidas.
- Baleira (Vila) — Ministro português cujas medidas procuraram tirar Porto Santo do declínio.
- Câmara (Martim Gonçalves da) — Ministro português do século XVIII, citado como o único estadista cuja influência sobre um rei rivalizou com a de Câmara.
- Porto Santo (Saques na ilha do) — Principal ministro português em cujo tempo foi construído o forte de São José.
- Alvares (Padre Manuel) — Ministro que proibiu o uso dos livros de Álvares no ensino.
- Alincourt. (Francisco de) — Principal ministro português cujas instruções levaram à libertação e reintegração de Alincourt.
- Bettencourt (Dr. Antonio João de França) — Estadista português cuja reforma universitária de 1772 é usada como referência.
- Ingleses — Principal ministro, cujo governo Sá Pereira consultou em 1768.
- Instituições Vinculares — Ministro cuja lei de 1769 extinguiu muitos pequenos vínculos.
- Liceu — Principal ministro português que, em 1772, instituiu aulas régias na Madeira para substituir o ensino dos Jesuítas.
- Porto Santo (Desenvolvimento, decadência e crises) — Ministro principal de Portugal durante cujo governo foi promulgada a reforma do Porto Santo de 1770.
- Escolas Primárias — Ministro principal português a quem se atribui a introdução do ensino primário laico na Madeira.
- Sá (José Correia de) — Ministro principal de Portugal cujas ordens levaram à expulsão dos Jesuítas da Madeira.
- Sá Pereira (João António de) — Ministro principal e parente de Sá Pereira, cuja queda antecedeu a partida deste.
- São José (Forte de) — Ministro principal de Portugal que mandou construir o Forte de São José no Porto Santo.
- Brandão (D. Gaspar Afonso da Costa) — Ministro português a cujas políticas despóticas, incluindo a expulsão dos jesuítas, o alto clero português não resistiu.
- São João Evangelista (Colégio e Igreja de) — Marquês de Pombal, ministro de D. José I que ordenou a expulsão dos Jesuítas da Madeira em 1760.
- Santo António da Serra (Freguesia de) — Ministro cujas medidas de auxílio ao Porto Santo são mencionadas.
2Cronologia
-
Por ordem de Pombal, o colégio dos Jesuítas no Funchal foi cercado e os religiosos ficaram confinados, pondo fim ao seu ensino; os dezoito jesuítas madeirenses foram enviados sob prisão para Lisboa em 16 de julho de 1760.
-
Uma lei do Marquês de Pombal extinguiu muitos pequenos vínculos.
-
Uma lei reorganizou os vínculos existentes e restringiu a criação de novos.
-
O Marquês de Pombal reformou a Universidade de Coimbra.
-
Uma lei régia instituiu no Funchal aulas secundárias de latim, grego, retórica e filosofia e criou as primeiras seis escolas primárias públicas da Madeira; a aula de grego nunca abriu.
-
A Real Junta da Fazenda realizou uma cerimónia de ação de graças na Igreja do Colégio, no Funchal, por o Marquês de Pombal ter escapado a uma conspiração para o assassinar; o sermão de Frei Inácio José de Varona foi publicado em Lisboa nesse ano.
3Lugares mencionados
No estrangeiro