D. João IV
rei de Portugal
Rei de Portugal após a Restauração, aclamado no Funchal em 11 de janeiro de 1641. Concedeu à Madeira representação nas Cortes e legislou sobre levadas, alfândegas e vinho da Madeira. Em 1656, doou o arquipélago à filha Catarina.
1Mencionado em
- Representação em Cortes — Rei de Portugal que concedeu à Madeira um lugar nas Cortes em 1645, alegadamente por ter sido a primeira a aclamá-lo.
- Misericórdias — Emitiu uma provisão em 1654 que ordenava a elaboração de orçamentos para um novo hospital.
- Levadas — Rei de Portugal cuja carta de 12 de janeiro de 1641 condenou o abate de árvores prejudicial à precipitação e às levadas.
- Alfândegas — Rei que proibiu os governadores de intervir nos assuntos alfandegários e ordenou a construção do reduto em 1644.
- Indústria Vinícola — Rei que, em 1643, ordenou o abastecimento das frotas com vinho da Madeira.
- Datas Históricas — Rei aclamado na Madeira em 1641; doou o arquipélago à filha Catarina em 1656.
- Eleições — Rei de Portugal que, por decreto de 6 de julho de 1654, concedeu ao Funchal representação nas Cortes.
- Exéquias — Rei cuja morte foi anunciada ao Funchal por carta da rainha, em 1656.
- Meneses (D. João de) — Rei de Portugal a quem Meneses serviu depois de fugir.
- Motins populares — Rei cuja aclamação na Madeira, em 1641, foi seguida de motins que mandou investigar.
- Aclamações de monarcas — Rei de Portugal após a Restauração, aclamado no Funchal em 11 de janeiro de 1641.
- Santo António (Freguesia de) — Rei que apresentou Francisco de Gouveia para cura em 1648.
- Contribuições — Rei em cujo reinado começaram os impostos sobre o papel selado e o tabaco e foi temporariamente abolida a meia anata.
- Doações — Rei que, cinco dias antes de morrer, fez uma doação ilegal e nunca concretizada da Madeira à sua filha Catarina.
- Henriques Pinto (Luiz de Miranda) — Rei de Portugal após a Restauração de 1640, proclamado na Madeira em janeiro de 1641.
- Sarmiento (D. Tomás Velazques) — Duque de Bragança elevado ao trono português pela revolução de 1640 e aclamado na Madeira.
- Milicia — Rei cuja reforma das milícias, em 1641, criou tropas pagas e auxiliares.
- Porto Santo (Capitania do) — Rei que concedeu novamente a capitania a Vitorino Bettencourt Perestrelo em 1653.
- Fortaleza do Pico — Rei de Portugal que criou o cargo de tenente da Fortaleza do Pico.
- Lira (António Veloso de) — Duque de Bragança colocado no trono português pela revolução de 1640.
- Doação da Ilha da Madeira á Infanta D. Catarina — Rei de Portugal em cujo nome foi redigida, após a sua morte, a doação da Madeira à filha.
- Fernandes Vieira. (João) — Rei de Portugal que se opôs ao plano de Vieira para libertar Pernambuco.
- Restauração de Portugal — Duque de Bragança proclamado rei D. João IV em 1640 e aclamado no Funchal em 11 de janeiro de 1641.
- Agrela (João Agostinho Pereira de) — Rei que, em 1645, concedeu à família o ofício de escrivão da Câmara do Funchal.
- Furtado (Diogo de Mendonça) — Rei de Portugal que doou o Arquipélago da Madeira à sua filha D. Catarina.
2Cronologia
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A revolução de 1 de dezembro de 1640, em Lisboa, pôs fim ao domínio castelhano e entregou o trono ao Duque de Bragança, como D. João IV; a Madeira e Porto Santo aderiram com entusiasmo, e António Veloso de Lira conduziu estudantes portugueses de regresso de Salamanca.
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D. João IV reformou as milícias.
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A notícia da Restauração chegou à Madeira e D. João IV foi aclamado rei nos Paços do Concelho do Funchal, pondo fim ao domínio castelhano; o bispo ajudou a acalmar a população.
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Um alvará de D. João IV condenou a continuação do abate das florestas das serras, prejudicial à chuva e às levadas.
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D. João IV ordenou que as frotas fossem abastecidas com vinho da Madeira.
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D. João IV concedeu à família Agrela o ofício de escrivão da Câmara do Funchal.
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Um decreto concedeu à Madeira um lugar no primeiro banco das Cortes.
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D. João IV concedeu a capitania do Porto Santo a Vitorino Bettencourt Perestrelo.
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D. João IV concedeu ao Funchal representação nas Cortes.
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Uma carta da rainha D. Luísa de Gusmão anunciou ao Funchal a morte de D. João IV.
3Lugares mencionados
No estrangeiro