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Elucidário Madeirense Início
Artigo Nº 3810 Força militar ou policial Vol. III · pp. 741–742 1 min de leitura

Voluntários Realistas

Os Voluntários Realistas Urbanos da Madeira, corpo miguelista criado em 1828 pelo capitão-general José Maria Monteiro, deveriam ter quatro companhias, mas chegaram a formar apenas uma.

Voluntários Realistas

O corpo de Voluntários Realistas Urbanos da Madeira foi instituído em 1828 pelo capitão-general José Maria Monteiro, mas segundo se vê dum ofício dirigido por D. Álvaro da Costa de Macedo ao conde de Basto em 9 de Setembro de 1831, esse corpo, que devia ter 4 companhias, só chegou a ter uma, para a qual o mesmo D. Álvaro reclamou os privilégios e regalias concedidos aos Voluntários do Reino pelo decreto de 26 de Setembro de 1828.

Segundo o plano do capitão-general Monteiro, o corpo devia ter um major-comandante, havendo em cada companhia 1 tenente, 1 alferes, 10 sargentos, 1 furriel, 2 cabos, 2 anspeçadas e 52 soldados.

Neste artigo

Tempo

Anos mencionados · 02
  1. O capitão-general José Maria Monteiro criou os Voluntários Realistas Urbanos da Madeira.

  2. Um decreto concedeu privilégios aos Voluntários do Reino (voluntários realistas).

  3. O governador D. Álvaro da Costa de Sousa Macedo escreveu ao Conde de Basto, informando-o de que o corpo dos Voluntários Realistas na Madeira tinha apenas uma companhia.

Lugar

Lugares mencionados · 01

Pessoas

Pessoas mencionadas · 03
  1. Governador da Madeira que, em 1831, escreveu ao Conde de Basto a reivindicar privilégios para a única companhia do corpo.

  2. Ministro miguelista a quem D. Álvaro da Costa de Macedo dirigiu a sua carta de 1831.

  3. Capitão-general da Madeira que criou o corpo dos Voluntários Realistas em 1828.

Na folha V

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