Álvaro da Costa de Sousa Macedo
governador · nobre
D. Álvaro da Costa de Sousa Macedo, Conde da Madeira, foi o último governador e capitão-general da Madeira durante o regime absolutista (1830–1834). Ficou conhecido pela imparcialidade durante as guerras civis, mas também por ter ordenado a demolição do Teatro Grande do Funchal. Aceitou o regime liberal em junho de 1834 e partiu para Lisboa a 13 de julho.
1Mencionado em
- Levadas — Governador e capitão-general que, segundo o Elucidário, terá ordenado as obras do Rabaçal antes de deixar o cargo em 1834.
- Restauração (Largo da) — Governador durante cujo mandato foi demolido o teatro grande e aberto o largo.
- Bertrand (Henrique de Price) — Responsável cuja partida para Lisboa levou à formação do governo interino que Bertrand integrou.
- Teatro Grande — Governador absolutista que ordenou a demolição do teatro em 1833.
- Voluntários Realistas — Governador da Madeira que, em 1831, escreveu ao Conde de Basto a reivindicar privilégios para a única companhia do corpo.
- Monteiro (José Maria) — Sucessor de Monteiro como governador miguelista da Madeira em 1830.
- Oliveira Paixão (José Joaquim de) — Governador da Madeira que ordenou a demolição do principal teatro do Funchal em 1832.
- Proclamações do Governo Constitucional — Governador e capitão-general da Madeira que aceitou o regime liberal em junho de 1834 e partiu para Lisboa em 13 de julho.
- Títulos Nobiliárquicos — Governador e capitão-general da Madeira que deteve o título de Conde da Madeira.
- Governador e Capitães-Generais — Último governador e capitão-general da lista, nomeado em 1830.
- Jardim Pequeno — Governador da Madeira que mandou desviar para a Fortaleza de São Lourenço as águas de uma fonte situada no local do jardim.
2Cronologia
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D. Álvaro da Costa de Sousa Macedo tomou posse como último governador e capitão-general da Madeira da lista, sucedendo a José Maria Monteiro, que deixou a ilha no fim de abril.
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O governador D. Álvaro da Costa de Sousa Macedo escreveu ao Conde de Basto, informando-o de que o corpo dos Voluntários Realistas na Madeira tinha apenas uma companhia.
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O governador Álvaro de Sousa de Macedo ordenou a demolição do Teatro Grande do Funchal, que foi demolido em 1833.
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O governo constitucional (liberal) e a Carta Constitucional foram proclamados no Funchal, pacificamente na cidade, embora com violência em algumas freguesias, estabelecendo as instituições liberais na Madeira.
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O governador D. Álvaro da Costa de Sousa Macedo partiu da Madeira para Lisboa, sendo substituído por um governo interino.
3Lugares mencionados
No estrangeiro