Largo da Sé
Sé · Funchal
Largo na freguesia da Sé, concelho do Funchal, Madeira
Largo do Funchal onde se situava a casa de D. Guiomar, utilizada pela Câmara a partir de 1802 e, mais tarde, como cadeia. Ali foi construído, a partir de 1686, o hospital da Misericórdia; em 1822, foi lançada a primeira pedra de um monumento liberal, e ali foram queimados documentos constitucionais.
1Mencionado em
- Gonçalves (Joaquim Melchior) — Largo onde se encontrou com a patrulha do governador.
- Sé (Freguesia da) — Largo junto ao antigo edifício da cadeia.
- Misericórdias — Local onde o hospital da Misericórdia começou a ser construído em 1686.
- Cadeia — Largo onde a casa da Câmara serviu de cadeia durante quase um século.
- Quincentenário do Descobrimento da Madeira — Largo iluminado.
- Silva (Vicente Gomes da) — Largo onde Silva abriu o seu bazar.
- Bettencourt Pita (Nicolau Caetano) — Local previsto para o monumento liberal cuja primeira pedra foi lançada em 1822.
- Procissão do Corpo de Deus — Antigo local dos Paços do Concelho, no edifício da Cadeia entretanto demolido.
- Queima de Documentos Constitucionais — Largo onde os documentos foram queimados.
- Paços do Concelho — Largo onde se situava a casa usada pela Câmara Municipal a partir de 1802, que mais tarde serviu de cadeia distrital.
- Asilo de Mendicidade do Funchal — Local do edifício da cadeia para o qual a Câmara Municipal planeava mudar-se.
- Guiomar (Mirante de D.) — Largo onde se situava a casa entretanto demolida de D. Guiomar, que mais tarde serviu de cadeia.
- Tolentino da Costa (Dr. Fernando) — Largo onde se situava a antiga cadeia que mandou demolir.
- Capitão (Rua do) — O outro extremo do troço outrora chamado Rua do Capitão.
- Pico (Castelo de S. João do) — Local do edifício, entretanto demolido, que foi adaptado a cadeia.
2Cronologia
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Foi arrendado um terreno no Terreiro da Sé, no Funchal, para um novo hospital da Misericórdia.
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A Câmara do Funchal realizou a sua primeira sessão na casa do Largo da Sé.
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O Senado da Câmara do Funchal tomou posse da casa no Largo da Sé.
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As autoridades absolutistas destruíram os alicerces do monumento constitucional liberal no Funchal e mandaram esmagar e vender a sua medalha.
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A pedido do juiz do povo, a Câmara Municipal do Funchal mandou queimar publicamente todos os documentos do governo constitucional no Largo da Sé, em 4 de outubro.
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As comemorações do quinto centenário da descoberta da Madeira realizaram-se no Funchal, com a cidade iluminada até 3 de janeiro.