Ano1928
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1928
Adolfo César de Noronha tornou-se diretor da Biblioteca Municipal do Funchal e iniciou uma campanha pela criação de um museu de ciências naturais.
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1928
Manuel Gregório Pestana Júnior publicou o estudo D. Cristobal Colom ou Symam Palha.
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1928
João José Vieira morreu.
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1928
Carlos Azevedo de Meneses publicou o seu último estudo na revista Brotéria.
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1928–1929
Foram publicados livros que defendiam a nacionalidade portuguesa de Cristóvão Colombo.
Colombo (Cristovão) Manuel Gregório Pestana JúniorPatrocínio Ribeiro
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1928
A Comissão Executiva da Junta Geral pediu ao Governo Central que enviasse à Madeira um especialista florestal.
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1928
Juvenal Henriques de Araújo publicou os seus discursos parlamentares sob o título Trabalhos Parlamentares.
Araújo (Dr. Juvenal Henriques de) Juvenal Henriques de Araújo
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1928
Foi declarada rescindida a empreitada das obras do porto do Funchal contratada com a Fumasil Company.
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28 de fevereiro de 1928
O Dr. Nuno Silvestre Teixeira morreu no Funchal.
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março de 1928
Um incêndio destruiu o edifício onde funcionavam os tribunais e as repartições públicas de Santa Cruz.
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9 de março de 1928–29 de março de 1928
Vários decretos cederam o edifício do sanatório dos Marmeleiros à Misericórdia do Funchal.
Hospital dos MarmeleirosMisericórdias Sanatório dos Marmeleiros
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13 de abril de 1928
Francisco João de Vasconcelos morreu em Lisboa.
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maio de 1928
D. Maria Helena Jervis de Atouguia e Almeida morreu em Lisboa.
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1 de maio de 1928
Carlos Azevedo de Meneses morreu quando era diretor da Biblioteca Municipal do Funchal.
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26 de maio de 1928
Um decreto elevou a sede da Ribeira Brava à categoria de vila, a última do arquipélago, e a localidade de Lugar passou a chamar-se Vila.
Madeira (Vilas da)Ribeira Brava (Município e Vila da)VilaVilas Ribeira BravaVila
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31 de julho de 1928
Um decreto autorizou a venda das levadas.
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31 de julho de 1928
Um decreto alargou consideravelmente as competências e os encargos da autonomia administrativa da Madeira, sem um aumento correspondente das receitas.
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1 de outubro de 1928
Vitorino José dos Santos morreu.
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29 de outubro de 1928
O Decreto n.º 16.003 regulamentou as fábricas de açúcar e álcool da Madeira.
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8 de dezembro de 1928
Os primeiros escutas madeirenses fizeram a sua promessa solene no Funchal, dando início ao escutismo na Madeira.