Pessoa nobre proprietário de terras comerciante de vinhos
João da Câmara de Carvalhal
nobre · proprietário de terras · comerciante de vinhos · maçon
Primeiro Conde de Carvalhal e o nobre mais rico da Madeira, criou a Quinta do Palheiro e recebeu aí a arquiduquesa Leopoldina em 1817. Contrariou as tentativas dos exportadores estrangeiros de baixar o preço do vinho, comprando os mostos a preços justos; liderou a Maçonaria madeirense no seu ressurgimento em 1826 e fundou o Montepio para viúvas pobres. Cedeu também o terreno para o cemitério das Angústias.
1Mencionado em
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- Angústias (Cemitério das) — Proprietário, mais tarde conde, que cedeu terrenos para o cemitério de 1818 e para a sua ampliação em 1836.
- Indústria Vinícola — Morgado e, mais tarde, Conde de Carvalhal, à frente da principal casa vinícola portuguesa que resistiu ao controlo britânico dos preços.
- Maçonaria — Dirigente da Maçonaria madeirense quando esta ressurgiu em 1826.
- Monteiro (José Maria) — Proprietário da Quinta do Palheiro, roubado, segundo o Elucidário, pelos filhos de Monteiro.
- Alligator (Corveta) — Notável madeirense, mais tarde Conde de Carvalhal, entre os refugiados de 1828.
- Leopoldina (Arquiduquesa) — Proprietário da Quinta do Palheiro, onde ofereceu uma festa sumptuosa a Leopoldina em 12 de setembro de 1817.
- Ingleses — Rico proprietário madeirense que socorreu os viticultores ao comprar-lhes vinho a preços justos, obrigando os comerciantes britânicos a fazer o mesmo.
- Montepio — Benemérito madeirense que fundou a casa do Montepio para viúvas pobres em 1825 ou 1826.
- Palheiro do Ferreiro (Quinta do) — 1.º Conde de Carvalhal, o nobre mais rico da Madeira, que criou a Quinta do Palheiro e ali recebeu a imperatriz D. Leopoldina em 1817.
- Estrangeiros — Grande proprietário que frustrou a tentativa dos exportadores estrangeiros de baixar os preços do vinho, comprando os mostos a preços justos.
2Cronologia
3Lugares mencionados
No estrangeiro