O Largo do Pelourinho é uma praça do Funchal, já arborizada em 1508, por onde se entrava no Forte de São Filipe. A Câmara ocupou ali, a partir de 1838, uma casa danificada pela aluvião de 1842. O largo acolheu também um passo da Procissão dos Passos e as instalações da sociedade Talia, e foi onde Francisco Rodrigues Jardim foi enforcado em efígie.
1Mencionado em
- Passos — Localização de um dos oratórios.
- República (Proclamação da) — Situado no percurso do regimento.
- Funchal Antigo — Largo arborizado já existente em 1508.
- Sociedade Tália — Largo onde a sociedade se instalou.
- São Filipe (Forte de) — Largo por onde se entrava no forte; uma fábrica de moagem de cana ocupa parte do local onde este se situava.
- Execuções Capitais — Largo do Funchal onde Francisco Rodrigues Jardim foi enforcado em efígie.
- Procissão dos Passos — Local de um passo onde a procissão fazia uma paragem.
- Paços do Concelho — Largo onde se situava uma casa ocupada pela Câmara Municipal a partir de 1838 e danificada pela cheia de 1842.
- Teatro — Largo onde a sociedade Talia arrendou uma casa.
- Asilo de Mendicidade do Funchal — Local dos Paços do Concelho danificados pela cheia de 1842.
- Direita (Rua) — Largo situado numa das extremidades da rua.
2Cronologia
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Uma terrível aluvião atingiu o Funchal e danificou os Paços do Concelho, no Largo do Pelourinho. Seguiu-se uma tempestade no porto que destruiu embarcações. Estes acontecimentos levaram à criação da Comissão Central de Socorros e à construção de parte da muralha de Machico.
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A Sociedade Tália, dedicada ao teatro, foi fundada no Funchal e instalou-se no Largo do Pelourinho.
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Sargentos do Regimento de Infantaria n.º 16 deram uma representação no teatro da Sociedade Tália.