Pessoa poeta sacerdote
Manuel Tomás
1585–1665
poeta · sacerdote
Poeta nascido em Guimarães que se estabeleceu no Funchal, provavelmente como cónego da Sé Catedral, e escreveu o poema épico A Insulana (Antuérpia, 1635), sobre a descoberta e a história da Madeira. Foi assassinado em 1665; o Elucidário questiona a alegação de que o seu assassínio esteve ligado à sedição eclesiástica de 1668.
1Mencionado em
· 16
- Datas Históricas — Autor do poema Insulana, falecido em 1665.
- Literatura — Poeta do século XVII, não natural da Madeira, que escreveu A Insulana, poema inteiramente dedicado à ilha.
- Poemas sobre a Madeira — Autor do poema Insulana (Antuérpia, 1635), sobre a Madeira.
- Caniço (Freguesia do) — Poeta e autor da Insulana, cujos versos sobre o nome Caniço são aqui citados.
- Leitão — Autor da Insulana, que inclui os Leitões entre as famílias notáveis.
- Bartolomeu (João) — Autor da Insulana, que elogia João Bartolomeu no livro X.
- Caires — Autor do poema A Insulana, que louva Constantino de Caires.
- Aguiar (Rui Dias de) — Autor do poema Insulana, no qual é mencionado.
- Insulana — Autor do poema «Insulana», abordado no artigo que lhe é dedicado.
- Cedro — Autor do poema Insulana, que afirmou ter sido construída com madeira de cedro a primeira casa de dois pisos do Funchal.
- Melão (Cucumis Melo) — Autor da Insulana, que menciona os melões entre os frutos da Madeira.
- Agrela — Apontado como autor do poema A Insulana, que menciona Fernão Álvaro de Agrela.
- Quintal — Autor do poema Insulana, que menciona o apelido Quintal.
- Fortificações — Autor do poema Insulana, que elogia os méritos de Bartolomeu João.
- Incêndio no tempo de Zargo — Escritor antigo cujo relato de um incêndio que atingiu toda a ilha é considerado fantasioso pelo Elucidário.
2Cronologia
3Lugares mencionados
No estrangeiro