D. Manuel de Portugal e Castro
1787–1854
governador e capitão-general da Madeira · vice-rei da Índia · ministro de Estado · par do reino
Governador e capitão-general da Madeira durante o regime absolutista a partir de agosto de 1823, chegou acompanhado de tropas e da alçada e mandou destruir os alicerces do monumento à Constituição. Construiu a ponte e alargou a rampa que receberam o seu nome. Foi mais tarde vice-rei da Índia, ministro de Estado e par do reino. O verbete com o seu nome remete para o artigo principal, incluído sob Castro.
1Mencionado em
- Aula de Desenho e Pintura — Governador da Madeira em cujo tempo foi criada a aula de francês e inglês no Funchal.
- Alçada de 1823 — Novo governador da Madeira, que chegou em agosto de 1823 acompanhado de tropas e da alçada.
- Bancos — Governador e capitão-general que pediu ao governo central a criação de um banco no Funchal em 1824.
- Noronha (António Manuel de) — Sucedeu a Noronha como governador e capitão-general da Madeira.
- Porto do Moniz (Muncipio do) — Governador e capitão-general da Madeira que, em 10 de abril de 1825, apoiou a petição dos habitantes para criar o concelho de Porto Moniz.
- Castro (D. Manuel de Portugal e) — Governador e capitão-general da Madeira (1823–1828) durante o regime absolutista, posteriormente vice-rei da Índia, ministro de Estado e par do reino; é a figura biografada neste verbete.
- Manuel de Castro (Rampa e ponte de D.) — Governador e capitão-general da Madeira (1823–1825) que construiu a ponte e alargou a rampa que têm o seu nome.
- Proclamações do Governo Absoluto — Governador da Madeira a partir de agosto de 1823, que destruiu os alicerces do monumento à Constituição e os registos do período constitucional.
- Escolas Primárias — Governador durante o regime absolutista que suprimiu uma escola elementar para financiar uma aula de inglês e francês no Funchal.
- Profetas — Seguidor a quem, juntamente com a mulher, foi ordenado que se despisse e fosse à Capela do Espírito Santo.
2Cronologia
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D. Manuel de Portugal e Castro, nomeado em julho de 1823, tomou posse como governador e capitão-general da Madeira em 28 de agosto e governou até 1825.
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A fragata Amazonas chegou ao Funchal com o novo governador D. Manuel de Portugal e Castro, o regimento de infantaria n.º 7, artilharia e a alçada judicial.
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As fundações do monumento inacabado à Constituição, no Funchal, foram demolidas por ordem do governador, e ficou registado o depósito nelas colocado.
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O governador D. Manuel de Portugal e Castro solicitou a criação de um banco no Funchal.
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O governador D. Manuel de Portugal e Castro deu parecer favorável à petição para criar o concelho de Porto Moniz.
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A Carta Constitucional foi solenemente proclamada e jurada no Funchal, durante o governo de D. Manuel de Portugal e Castro, com festejos e iluminações.