Pessoa rei de Portugal
D. José I
rei de Portugal
Rei de Portugal aclamado no Funchal em 1751, durante cujo reinado foi cunhada a Pecunia Insulana e foram promulgados os regulamentos militares de Lippe. No seu reinado terminou o regime donatarial de Porto Santo; as suas exéquias realizaram-se no Funchal em 1777.
1Mencionado em
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- Levadas — Rei de Portugal cuja provisão de 1770 reafirmou a repartição das águas em função das terras cultivadas.
- Exéquias — Rei de Portugal por quem se celebraram exéquias no Funchal em 28 de junho de 1777.
- Aclamações de monarcas — Rei de Portugal, aclamado no Funchal em 4 de janeiro de 1751.
- Porto Santo (Saques na ilha do) — Rei de Portugal em cuja homenagem recebeu o nome o forte de São José, na vila de Porto Santo.
- Milicia — Rei em cujo reinado foram promulgados os regulamentos militares de Lippe de 1763–1766.
- Moeda — Rei em cujo reinado foi cunhada a Pecunia Insulana, em 1750.
- Brandão (D. Gaspar Afonso da Costa) — Rei de Portugal que apresentou Brandão para bispo do Funchal em 1756.
- Porto Santo (Ilha do) — Rei em cujo reinado terminou o regime donatarial do Porto Santo.
2Cronologia
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D. José I foi aclamado rei no Funchal.
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Os regulamentos militares do Conde de Lippe foram introduzidos no reinado de D. José I, com efeitos nas milícias madeirenses.
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Uma carta régia de D. José I sobre a água de rega confirmou antigas concessões, reafirmou a distribuição da água em função das terras cultivadas e declarou abusiva a sua venda.
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Realizaram-se no Funchal exéquias por D. José I.
3Lugares mencionados
No estrangeiro