Joaquim Melchior Gonçalves
político · capitão de milícias · preso político · emigrante
Ardente liberal do Funchal e capitão de milícias, integrou a primeira Câmara Constitucional e ficou conhecido por ter dado um murro no governador José Maria Monteiro. Foi condenado pela alçada e exilado em Cabo Verde em 1823, voltou a ser perseguido em 1828 e, mais tarde, emigrou para o Brasil.
1Mencionado em
- Monteiro (José Maria) — Pessoa em cuja entrada são apresentados mais pormenores da biografia de Monteiro.
- Alçada de 1823 — Capitão condenado pela alçada.
2Cronologia
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Uma alçada régia absolutista chegou ao Funchal para investigar os acontecimentos constitucionais de 1821. Funcionou nos Paços do Concelho até ao início de novembro de 1823, dispersou os maçons e condenou muitos liberais ao degredo, entre eles Joaquim Melchior Gonçalves para Cabo Verde e outros para Angola.
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Joaquim Melchior Gonçalves regressou do exílio.
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A alçada de D. Miguel chegou à Madeira, pronunciou 216 liberais e maçons e mandou prender 101; alguns, como Nery e Agrela, foram enviados para Lisboa, enquanto outros fugiram ou se esconderam.
3Lugares mencionados
No estrangeiro