Paulo Dias de Almeida
engenheiro militar · inspetor das obras públicas · escritor · preso político
Engenheiro e sargento-mor que concluiu a carta geral da Madeira iniciada por Oudinot, dirigiu as obras do reservatório da Fundoa e escreveu a Descripção da ilha da Madeira, de 1817. Preso como constitucionalista em 1828, morreu no exílio em África antes de 1834.
1Mencionado em
- Fundoa — Engenheiro que dirigiu as obras do reservatório.
- Indumentária — Autor de uma descrição da Madeira de 1817, com gravuras que mostram carapuças.
- Cartas geograficas — Engenheiro sargento-mor que fez a carta geral da Madeira de 1817.
- Cais da Pontinha — Autor de uma obra sobre a Madeira que menciona uma escada de desembarque na Pontinha em 1817.
- Porto do Moniz (Muncipio do) — Engenheiro e inspetor de obras públicas que, em 1817, defendeu junto do governo, em Lisboa, a criação do concelho de Porto Moniz.
- Oudinot (Reinaldo) — Engenheiro que concluiu a carta geral da Madeira iniciada por Oudinot.
- Palácio de S. Lourenço — Autor da Descripção da ilha da Madeira, de 1817, que inclui uma vista do palácio.
2Cronologia
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Paulo Dias de Almeida escreveu a sua descrição manuscrita da Madeira, na qual registou pormenores como as carapuças, a escada de desembarque da Pontinha e uma vista do Palácio de São Lourenço.
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Paulo Dias de Almeida elaborou a carta geral da Madeira por ordem de D. João VI.
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Paulo Dias de Almeida defendeu a criação do concelho de Porto Moniz.
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A alçada de D. Miguel chegou à Madeira, pronunciou 216 liberais e maçons e mandou prender 101; alguns, como Nery e Agrela, foram enviados para Lisboa, enquanto outros fugiram ou se esconderam.