D. Catarina de Bragança
infanta · rainha de Inglaterra · regente de Portugal
Filha de D. João IV e mulher de Carlos II de Inglaterra, a quem a Madeira seria concedida como dote, se necessário; o seu casamento fortaleceu a aliança luso-inglesa e o comércio de vinho. Como regente, autorizou em 1705 a criação de novas igrejas paroquiais na Madeira.
1Mencionado em
- Faja da Ovelha (Freguesia da) — Infanta e regente do reino cuja carta de 1705 autorizou a construção de uma nova igreja paroquial.
- Indústria Vinícola — Infanta portuguesa cujo casamento com Carlos II, na década de 1660, reforçou a aliança luso-inglesa e o comércio de vinhos.
- Doações — Filha de D. João IV e mulher de Carlos II de Inglaterra, beneficiária de uma doação fictícia da Madeira.
- Melo (D. Francisco Manuel de) — Infanta portuguesa cujo dote, por ocasião do casamento com Carlos II, poderia alegadamente ter incluído a Madeira.
- Ingleses — Infanta portuguesa cujo casamento com Carlos II terá motivado tentativas inglesas de obter a Madeira.
- Estreito da Calheta (Freguesia do) — Regente do reino que, em 1705, aprovou a mudança da nova igreja para outro local.
- Doação da Ilha da Madeira á Infanta D. Catarina — Filha de D. João IV e futura rainha de Inglaterra, a quem a Madeira seria doada como dote, caso fosse necessário.
- Furtado (Diogo de Mendonça) — Princesa portuguesa a quem D. João IV doou o Arquipélago da Madeira; a escritura foi registada no Funchal durante o governo de Diogo de Mendonça Furtado.
2Cronologia
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O casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II levou à exportação de vinho da Madeira em grande escala por comerciantes ingleses, que beneficiaram de isenção fiscal entre 1660 e 1662.
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A Madeira foi doada à Infanta D. Catarina de Bragança por alvará régio de 23 de novembro de 1660 (com procuração datada de 18 de novembro). O governador Furtado apresentou a escritura de doação à Câmara do Funchal para registo em 7 de dezembro; a escritura foi também registada em Machico.
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Uma carta da regente Infanta D. Catarina autorizou a construção de uma nova igreja paroquial na Fajã da Ovelha, num local mais adequado.
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A regente D. Catarina aprovou a mudança da nova igreja do Estreito da Calheta para outro local.