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Elucidário Madeirense Início
Artigo Nº 1458 Militar ou marinheiro Vol. II · p. 58 1 min de leitura

Figueiroa (Francisco Anacleto de)

Francisco Anacleto de Figueiroa foi coronel de milícias e morreu no Funchal em 1810. É recordado pela forma horrível como morreu: foi sepultado vivo no jazigo de Zarco, no Convento de Santa Clara.

Figueiroa (Francisco Anacleto de)

Era coronel de milícias e morreu no Funchal no ano de 1810. Nada sabemos a seu respeito que o torne digno de menção, mas a morte horrível que encontrou no fundo duma sepultura merece aqui registo especial. Num documento oficial deparámos com a seguinte informação: «Francisco Anacleto de Figueiroa, coronel de milícias, foi dado por morto no Funchal onde residia. Conduziram-no ao carneiro tumular de João Gonçalves Zarco, no convento de Santa Clara. Passados anos, outra morte na família obrigou a visitarem o carneiro, e, junto do pesado gradeamento da entrada, no fundo sombrio da escadaria, deparou-se o esqueleto de Figueiroa, estreitando os ferros num ultimo desespero de atroz agonia».

Neste artigo

Tempo

Anos mencionados · 01
  1. Francisco Anacleto de Figueiroa foi dado como morto no Funchal e sepultado, aparentemente ainda com vida.

Lugar

Lugares mencionados · 02
Mapa: Madeira (2)
  1. Convento de Santa Clara

    Funchal. Convento onde se encontra o jazigo de Zarco no qual Figueiroa foi sepultado.

  2. Funchal

    Local onde Figueiroa viveu e morreu.

Pessoas

Pessoas mencionadas · 02
  1. Coronel de milícias residente no Funchal, dado como morto em 1810 e sepultado vivo no jazigo de Zarco, em Santa Clara.

  2. Descobridor da Madeira e primeiro capitão-donatário do Funchal, em cujo jazigo, em Santa Clara, foi depositado o corpo de Figueiroa.

Na folha F

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