Amoreira
Descreve as amoreiras-pretas e as amoreiras-brancas na Madeira, os seus usos medicinais e na criação de bichos-da-seda, e um viveiro municipal de amoreiras-brancas de curta duração criado no Funchal em 1877.
Existem na Madeira a Morus nigra (amoreira negra) cujas soroses são comestíveis e servem para a preparação do arrobe de amoras usado em gargarejos, nas esquinencias, e a M. multicaulis (amoreira branca) cujas folhas servem para alimento do bicho da seda. A Câmara Municipal do Funchal concedeu em Maio de 1877, a Praça da Rainha (hoje Praça do Marquês de Pombal) para viveiro de de amoreiras brancas, tendo o falecido Conde de Canavial chegado a estabelecer ali o referido viveiro, o qual teve pouca duração. A cultura destas amoreiras está votada na actualidade ao mais completo abandono. A amoreira negra é muito cultivada no Porto Santo.
Neste artigo
Tempo
Anos mencionados · 01Lugar
Lugares mencionados · 02- Porto Santo
Ilha onde a amoreira-preta é muito cultivada.
Ilha do arquipélago, povoada a par da Madeira e que constituiu uma das três capitanias. Formou sempre uma única freguesia, dedicada a Nossa Senhora da Piedade, cuja igreja foi saqueada várias vezes. O Elucidário regista o ataque de piratas mouros em 1617, a Misericórdia da ilha e um canal para águas pluviais construído nesta ilha sujeita a secas.
- Praça do Marquês de Pombal
Funchal. Praça cedida em 1877 para instalar um viveiro de amoreiras-brancas.
Praça no Funchal, anteriormente chamada Praça da Rainha, que recebeu o nome atual em novembro de 1910. Em 1877, parte da praça foi cedida para um viveiro de amoreiras-brancas; a poente situava-se a bateria das Fontes. Acolheu a feira e a exposição agrícola do Quinto Centenário, as honras prestadas pela infantaria ao Presidente da República e o lançamento da primeira pedra do monumento à Grande Guerra.
Pessoas
Pessoas mencionadas · 01-
Nobre que instalou na Praça da Rainha, no Funchal, o viveiro de amoreiras-brancas de curta duração.